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Cantor do Seether diz que só conhece o Brasil por Sepultura e vídeo do Rush

Banda sul-africana de Pretória, o Seether já vendeu 4,6 milhões de discos em todo o mundo com sua mistura de rock alternativo e hard rock, que lembra grupos como  Evanescence  e Creed. Agora, eles vêm pela primeira vez ao Brasil, onde farão shows neste sábado (18) no Rio de Janeiro e no domingo (19) em São Paulo. 

Em entrevista ao UOL, por telefone, o vocalista Shaun Morgan disse que está ansioso para os shows. “Nunca visitamos o Brasil. Vamos levar a maior quantidade de energia que tivermos”, avisou. As apresentações no país fazem parte da turnê mundial de divulgação do álbum “Isolate and Medicate”.

O vocalista adiantou também que tocará os principais sucessos do grupo, como “Words as Weapons”, “Remedy” e “Broken”. A última foi gravada originalmente com Amy Lee, cantora do Evanescence e ex-namorada de Shaun. “Vamos fazer valer a pena o dinheiro que os fãs gastaram para ir à nossa apresentação. Vamos tocar o que eles quiserem ouvir. Queremos vê-los felizes”, destacou.

Shaun, no entanto,  pediu desculpas por conhecer pouco da música do Brasil. “Conheço apenas o Sepultura“, disse. Ele afirmou também que, enquanto estiver no país, tentará ouvir ao máximo os grupos brasileiros. Lembrou-se ainda de uma apresentação do Rush no Brasil, que viu em vídeo quando era adolescente. “Lembro do Brasil do vídeo do show ao vivo do Rush no Rio de Janeiro. Essa apresentação me marcou muito.”


Aprendeu com o Nirvana

O Seether foi formado em 1999 e conta com sete álbuns. Embora o som da banda se assemelhe mais com Evanescence e Creed, o vocalista diz que sua maior inspiração veio do grunge, especialmente do Nirvana. “Aprendi a tocar ouvindo o álbum Nevermind”, lembrou. “Também ouvia muito Rage Against The Machine, Deftones e Alice in Chains“. 

Os shows da banda no Brasil foram anunciados inicialmente para lugares maiores. Na capital fluminense, o grupo se apresentaria no Citibank Hall, com capacidade para 8,5 mil pessoas. A apresentação, porém, foi mudada para o Sacadura 154, que tem capacidade para 1,8 mil. Na capital paulista, o show também seria no Citibank Hall (7.000 pessoas), mas mudou para o Audio SP (2.000). Veja o serviço completo aqui.

De acordo com a T4F, produtora dos shows, a mudança ocorreu porque a banda teria pedido inicialmente para tocar em um lugar pequeno, mas não havia disponibilidade na agenda das casas. Com a mudança, os fãs poderão assistir ao grupo em um espaço mais aconchegante e mais próximos dos músicos. 

Clipe da música “Broken”, com Amy Lee


Fonte: Bol.com.br

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