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Conheça João Francisco Lisboa e o 'Jornal de Timon'


26/04/2015

09h30


da Livraria da Folha

O jornalista João Francisco Lisboa, patrono da cadeira de número 18 da ABL (Academia Brasileira de Letras), morreu no dia 26 de abril de 1863, em Portugal. Nascido no Maranhão, Lisboa foi militar, político, historiador e crítico dos costumes de sua época.

Trabalhou nos jornais “Farol Maranhense”, “Eco do Norte” e “Crônica Maranhense”. Por suas convicções liberais, foi acusado de participação na Balaiada (1838-41) e defendeu a anistia aos insurgentes da Revolução Praieira (1848-49). Usou a escrita como sua principal arma de contestação.

Depois do desencanto com a vida pública, passa a se dedicar ao “Jornal de Timon”. O segundo e terceiro folhetins foram publicados em um único volume pela editora Companhia da Letras –e organizado por José Murilo de Carvalho– em 1995.

O nome do periódico foi inspirado no grego conhecido pela aversão à humanidade. Apesar das críticas dirigidas ao Maranhão, elas também valiam para o resto do Brasil. Algumas ainda são válidas.

José Murilo de Carvalho, professor titular do departamento de história da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e membro da ABL, também é autor de “Forças Armadas e Política no Brasil”, “Joaquim Nabuco e os Abolicionistas Britânicos”, “Cidadania no Brasil: o Longo Caminho”, “Repensando o Brasil do Oitocentos”, “A Monarquia Brasileira” e “Os Bestializados”.


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Fonte: Folha de São Paulo
www.folha.com.br

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