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Liga paralela de futebol dos EUA tem clássico retrô e sonha com volta de Ronaldo

Raúl recebe a camisa número 7 do NY Cosmos, dos Estados Unidos

Noah K. Murray/USA Today Sports/Newscom

Raúl recebe a camisa número 7 do NY Cosmos, dos Estados Unidos

Se a Major League Soccer (MLS) representa a modernidade do futebol nos Estados Unidos, a NASL (North American Soccer League) tem ares retrô. A começar pela partida que abrirá a temporada 2015 da liga: equipes populares no fim dos anos 70, quando o país fez seu primeiro grande investimento para popularizar a modalidade e trouxe nomes como Pelé, Beckenbauer, Cruyff, Cubillas e Gordon Banks para os campos, New York Cosmos e Fort Lauderdale Strikers serão a principal atração da primeira rodada, neste sábado.

A NASL tem 11 equipes e reúne o segundo escalão norte-americano. É independente da MLS, o campeão não ascende à divisão de elite, mas a liga também tem se beneficiado com o crescimento do interesse pelo futebol no país. Esta semana, a ESPN local se tornou detentora dos direitos de TV, o que, na visão dos dirigentes envolvidos, trará mais credibilidade e perspectiva de investimentos maiores. Antes, a transmissão acontecia apenas por streaming (via internet), o que nem sempre garantia imagens de qualidade. O Minnesota United, um dos clubes filiados e que conta no elenco com o meia Ibson (ex-Corinthians e Flamengo), também foi aceito esta semana como novo franqueado da Major League Soccer, a partir de 2018.

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“Ainda formamos uma liga competitiva. Todos têm chances iguais de crescer, amadurecer e se desenvolver. Isso é muito bom”, analisou Bill Peterson, presidente da NASL.

Onde tem futebol, tem Brasil. O Strikers é a mais brasileira das equipes da NASL. Em setembro de 2014, o clube foi comprado pelos empresários Paulo Cesso, Rafael Bertani e Ricardo Geromel. Meses depois, ganhou um sócio de impacto: Ronaldo Nazário de Lima. Em sua apresentação como novo parceiro da franquia, o ex-atacante da seleção brasileira, aposentado desde 2010, prometeu até voltar a treinar na tentativa de disputar uma ou duas partidas, apesar da notória dificuldade em perder peso. Mesmo que por pouco tempo e quase de forma promocional, a visibilidade que Ronaldo pode trazer ao time e à liga transcende as quatro linhas.

O principal reforço do Strikers para a temporada é Léo Moura, ídolo do Flamengo, que abandonou a lateral direita para virar meia, e camisa 10, nos Estados Unidos.

O New York Cosmos, equipe pela qual Pelé encerrou a carreira, tenta reviver os tempos áureos investindo no atacante espanhol Raúl, de 37 anos, ídolo do Real Madrid, e no volante brasileiro naturalizado espanhol Marcos Senna, ex-Villarreal.

Ronaldo é sócio do Fort Lauderdale Strikers, que almeja fazer parte da MLS

AP

Ronaldo é sócio do Fort Lauderdale Strikers, que almeja fazer parte da MLS

Fonte: Ig.com.br

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