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MEC nomeia Paulo Rubem para presidência da Fundaj

Paulo Rubem (à esquerda) será o novo presidente da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). Foto: Alexandre Albuquerque/Divulgação. (Paulo Rubem (à esquerda) será o novo presidente da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). Foto: Alexandre Albuquerque/Divulgação.)
Paulo Rubem (à esquerda) será o novo presidente da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). Foto: Alexandre Albuquerque/Divulgação.

Saiu na edição desta quarta-feira do Diário Oficial da União a nomeação do ex-deputado federal Paulo Rubem Santiago (PDT) para a presidência da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), instituição federal que promove a pesquisa e o ensino no campo das ciências humanas, sediada no Recife. A publicação não é surpresa, pois o nome de Paulo Rubem vinha sendo cogitado há alguns meses.

Com vasta experiência na área de educação, Paulo Rubem esperava desde fevereiro o anúncio, que precisou ser adiado em virtude da troca da chefia da pasta de Educação, que agora está comandada pelo professor e filósofo Renato Janine Ribeiro. “[A nomeação] voltou para o Ministério para o atual ministro assinar”, esclareceu Paulo, que disputou o cargo de vice-governador de Pernambuco na eleição do ano passado, o que o impediu de renovar o mandato na Câmara dos Deputados.

Paulo informou que estará na Fundaj nesta quinta-feira (23) para acompanhar os trâmites da posse, ainda sem previsão de data, e se interar com as atividades e demandas da instituição. “A Fundaj tem um plano de trabalho muito arrojado na educação e na cultura, além de tudo que já faz na área de memória e pesquisa”, elogia. Para ele, a principal demanda a ser atendida se refere à renovação do quadro de pesquisadores. “Temos um número grande de servidores com abono permanência, isto é, que estão em idade de se aposentar, mas preferem continuar, até para não debilitar a instituição”, explica o novo presidente, que já prevê o esforço necessário para conseguir o apoio do ministro na realização de um concurso público. “O último concurso foi feito em 2006. A Fundaj tem autorização legal para abrir 430 a 450 cargos de pesquisador, mas não tem nem 300 preenchidos”, conclui.

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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