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'Minha esposa sabe quem matou meu filho', diz pai de Eduardo Ferreira

Rio – José Maria Ferreira de Souza e Terezinha Maria de Jesus, pais do menino Eduardo Ferreira, morto após ser atingido por um tiro na localidade conhecida como Areal, no Complexo do Alemão, embarcaram na manhã deste domingo no vôo 2407 da Gol com destino ao Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, para seguir em outro vôo para Teresina, capital do Piauí, e de lá viajar mais 864 km até a cidade de Corrente, onde o menino será enterrado.

‘Não haverá proteção a ninguém’, afirma chefe da DH sobre morte no Alemão

Ato relembra morte do menino Eduardo e outras crianças vítimas da violência

O casal, que foi acompanhado da filha Patrícia e da neta A.F, de 14 anos, passaram a noite de sábado até a hora do embarque, às 11h52, sob a guarda da Divisão de Homicídios (DH) da capital. Abalado, José Maria falou rapidamente com a imprensa. “Minha esposa reconheceria o policial que matou meu filho. Estamos muito machucados, não queremos falar muito, mas nós vamos voltar depois do enterro pra ajudar nas investigações”, disse o pai de Eduardo.

No sábado, durante um encontro com familiares de Eduardo, o chefe da Divisão de Homicídios, delegado Ruivaldo Barbosa, afirmou que a Polícia Civil não medirá esforços para descobrir e punir os responsáveis pela morte do garoto. “Vamos nos empenhar ao máximo para chegar aos culpados. Não vai ter proteção a ninguém. É preciso definir quem atirou e punir os responsáveis”, afirmou o delegado aos pais do garoto.

Originalmente matéria publicada no Jornal O Dia (http://odia.ig.com.br)

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