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Grupo é preso nos EUA por criar "força policial maçônica"

  • Polícia de Los Angeles/AP

    Brandon Kiel, Tonette Hayes e David Henry

    Brandon Kiel, Tonette Hayes e David Henry

Três pessoas, incluindo uma que trabalha para a procuradora-geral da Califórnia, Kamala Harris, foram presas no dia 30 de abril acusadas de operar um departamento de polícia clandestino com jurisdição em 33 Estados americanos e no México.

A força-tarefa identificou David Henry, Tonette Hayes, e Brandon Kiel –que trabalha como ajudante da procuradora– como suspeitos de se passarem por policiais. Os três foram liberados no mesmo dia e responderão a um processo.

Os policiais encontraram cartões de identificação, uniformes e carros parecidos com o da polícia durante buscas em um escritório ligado ao grupo.

O grupo cometeu seu primeiro erro quando enviou vários comunicados para chefes de polícia do sul da Califórnia anunciando uma mudança na liderança. O segundo, ao pedir para se encontrar pessoalmente com os próprios policiais.

O capitão Roosevelt Johnson, que dirige o departamento de polícia do Vale de Santa Clarita, reuniu-se com os membros do grupo e desconfiou após eles fornecerem informações básicas sobre seus objetivos.

A investigação começou depois de vários chefes de polícia no sul da Califórnia receberem uma carta no final de janeiro que anunciava uma nova liderança para o Departamento de Polícia da Maçonaria Fraternal. Ela foi escrita por Kiel, identificado como conselheiro-chefe, e Hayes, a diretora-chefe.

Kiel ligou para várias agências policiais para agendar reuniões, disseram as autoridades.

Na carta, o grupo afirma que está registrado no Estado e informa que vai trabalhar com “Grandes mestres, assim como fraternidades e irmandades por todas as jurisdições do país.”

Um site para a força policial maçônica diz que o grupo foi criado pela Ordem dos Templários em 1100 Depois de Cristo. (Com Associated Press)



Fonte: Bol.com.br

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