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Inspiração? Veja o que "Game of Thrones" e "Dez Mandamentos" têm em comum

Que “Game of Thrones” é amado por boa parte dos fãs de TV, não há dúvida. A série bate repetidamente recordes de audiência e até de pirataria. E ela virou referência até para uma produção improvável: a novela “Os Dez Mandamentos”, da Record. O diretor Alexandre Avancini e Sérgio Marone, o vilão Ramsés, já falaram que se inspiraram na produção hollywoodiana para se preparar para o épico tupiniquim. Mas no que uma coisa tem a ver com a outra? O UOL separou seis pontos em comum para tentar entender:

Os dois são épicos

Montagem UOL

Tanto “Game of Thrones” quanto “Os Dez Mandamentos” pertencem ao gênero épico, ainda que cada um tenha um foco específico: um período semelhante à Idade Média em uma terra fictícia, no caso da primeira, e o Egito antigo, no caso da segunda. E o diretor Alexandre Avancini explicou que pôs a semelhança de estilos a seu favor,  usando a série como referência para organizar a produção da novela por trás das câmeras. A trama da Record tem um investimento de R$ 700 mil por capítulo, com direito até a efeitos especiais feitos em Hollywood.

A libertação dos escravos

Montagem UOL

Todo mundo já está careca de saber que Moisés, na Bíblia, libertou o povo hebreu do domínio dos egípcios – e o mesmo deve acontecer em breve em “Os Dez Mandamentos”. Como não se lembrar de Daenerys (Emilia Clarke)? A mãe dos dragões tem conquistado vários povos em “Game of Thrones” e acabado com o sistema escravocrata deles, libertando os oprimidos. Será que George R. R. Martin se inspirou no velho testamento?

A luxúria

Montagem UOL

O bordel de Petyr Baelish (Aidan Gillen), o Mindinho, é um dos pontos de encontro dos poderosos de Porto Real, que vão para lá para se entregar ao prazer longe dos olhos da corte. Bem relacionado, Mindinho acaba tendo acesso a vários segredos importantes. O mesmo acontece com Ahmós (Carlos Bonow), que comanda o bordel Casa de Senet em “Os Dez Mandamentos” – mas com bem menos nudez e sem beijos gays.

A bebida

Montagem UOL

Desde a antiguidade o álcool já era motor da teledramartugia. Em “Os Dez Mandamentos”, é Apuki (Heitor Martinez) que abusa da bebida e já enfrentou até problemas no trabalho por isso. Já em “Game of Thrones”, isso fica a cargo do anão Tyrion (Peter Dinklage), que mal tem aparecido sóbrio nesta quinta temporada – e é um bêbado muito mais simpático do que seu colega da Record.

A mãe sem limites

Montagem UOL

A Cersei (Lena Headey) de “Game of Thrones” e a Yunet (Adriana Garambone) da novela bíblica já podem disputar o prêmio de mãe mais assustadora da TV. A primeira não tem limites no que se refere à superproteção para com seus filhos. Uma verdadeira leoa, ela tem tentado infernizar a vida da nora Margaery (Natalie Dormer), chegando até a arranjar uma forma de prender o irmão dela. Já Yunet quer ver de qualquer jeito a filha Nefertari (Camila Rodrigues) casada com Ramsés (Sérgio Marone). Para tanto, ela irá até envenenar Maya (Bárbara França), recém-casada com o príncipe.

Os heróis que desconhecem sua origem

Montagem UOL

Outro clássico da ficção – que deve anteceder até os tempos bíblicos – é o herói que desconhece sua origem. Na produção da Record, Moisés (Guilherme Winter) não sabe quem são seus verdadeiros pais, já que foi adotado ainda menino por Henutmire (Mel Lisboa/Vera Zimmermann). Ele poderia desabafar com Jon Snow (Kit Harington), que pouco conhece de sua história e faz jus ao “você não sabe nada” que volta e meia ouve na série.

Fonte: Bol.com.br

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