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Monte sua estante com obras de Sigmund Freud


30/05/2015

12h30


da Livraria da Folha

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Nascido em 6 de maio de 1856, na região da Morávia, Sigmund Freud estudou medicina na Universidade de Viena e se demonstrava especialmente intrigado com a neurofisiologia. Graduado, trabalhou no hospital da mesma cidade, quando conheceu Jean-Martin Charcot (1825-93) e o uso da hipnose.

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“Sobre a Concepção das Afasias”, ensaio que trata de distúrbios de linguagem relacionados com lesões cerebrais, foi escrito em 1891. O estudo é considerado uma ponte entre a neurologia e a psicanálise.

Anos mais tarde, em 1895, publica “Estudo sobre Histeria” em parceria com o médico Joseph Breuer. “A Interpretação dos Sonhos”, considerada sua obra mais importante, chega quase cinco anos depois.

Um dos textos mais conhecidos do pai da psicanálise, “Totem e Tabu” reúne quatro ensaios que tratam da origem da religião e da moralidade. A primeira investida de Freud na psicologia social se fundamenta em estudos de antropologia, biologia e história. Leia trecho.

Escrito em 1929 e publicado em 1930, “O Mal-Estar na Cultura” traz a investigação sobre a debilidade do ser humano de ser e permanecer feliz, um dos mais perturbadores ensaios do mestre de Viena. Leia trecho.

Conhecido como um de seus textos sociais, a “Psicologia das Massas e Análise do Eu” debate as ideias de Gustave Le Bon (1841-1931) e usa conceitos como identificação, regressão, idealização, libido e recalque na investigação. Leia trecho do livro.

“O Homem Moisés e a Religião Monoteísta” recebe pela primeira vez uma tradução direta do alemão para o português do Brasil. Freud, um judeu ateu no crescente antissemitismo da Europa às vésperas da Segunda Guerra Mundial, debate a figura de Moisés e dos fundamentos do judaísmo. Leia um trecho.

Escrito entre 1938 e 1939, “Compêndio da Psicanálise” é a obra derradeira de Freud. No volume, o pai da psicanálise sintetiza as suas teorias, examina as concepções dos processos psíquicos e demarca os limites de seu legado.

Em seus últimos anos de vida, Freud testemunhou o avanço do nazismo na Europa. Em 1936, seus livros foram queimados na Alemanha. Com câncer e de família judaica, Freud rumou para a Inglaterra, onde morreu no dia 23 de setembro de 1939.


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Fonte: Folha de São Paulo
www.folha.com.br

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