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Repúdio à terceirização e ao ajuste fiscal marcam 1º de Maio no Rio

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No ato organizado pela CUT (Central Única dos Trabalhadores) em comemoração ao Dia do Trabalho, no Rio, o público se entusiasmou principalmente com manifestações de apoio aos professores do Paraná e de repúdio ao projeto de lei que amplia a terceirização e ao ajuste fiscal.

O evento atraiu cerca de 500 pessoas segundo a Polícia Militar. Estavam presentes representantes de vários partidos, entre eles os deputados federais do PT, Alexandre Molon e Benedita da Silva, o deputado federal Chico Alencar, do PSOL, e o presidente do PSTU-RJ, Cyro Garcia.

No palco montado sob os Arcos da Lapa, na região central da cidade, shows de samba e rap foram intercalados com discursos de políticos, sindicalistas e representantes de movimentos sociais.

De maneira geral, o público demonstrava apoio à gestão Dilma Rousseff, mas rejeitava algumas medidas.

Foi unânime o apoio do público a críticas ao ajuste fiscal.

“No governo agora, [Joaquim Levy] nos traz um massacre sutil das medidas provisórias, que são cortes dos direitos trabalhistas e a gente tem que resistir –sindicatos, partidos, todos aqueles que têm esse compromisso histórico”, disse Chico Alencar, arrancando aplausos.

Todos os discursantes criticaram o projeto de lei da terceirização, que, se aprovada, permitirá que empresas contratem terceirizados para suas atividades finais, e não apenas para ofícios de apoio, como limpeza. Pela praça havia bandeiras com o dizer “terceirização é precarização”.

Também foram feitas diversas homenagens aos professores do Paraná, cujo protesto na última quarta (29) foi reprimido com violência pela polícia.

Fonte: Folha de São Paulo
www.folha.com.br

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