Baião de dois, pizza… Veja o que come a equipe de restaurantes famosos

Pizza, hambúrguer, brigadeiro. Poderia ser a lista de predileções gastronômicas de uma criança, mas são os mimos da chef Tássia Magalhães, do Pomodori, para a sua equipe. Seja num dia em que a equipe trabalhou bem demais, antes da limpeza semanal ou numa noite complicada, quem trabalha no local almoça às 11 horas, janta às 18 horas e tem à disposição um menu eclético.

Arroz com ervilha e parmesão, bife à parmegiana, penne com ragu de linguiça, costelinha de porco defumada com quirela, feijoada completa, lasanha e moqueca de peixe, entre outros pratos, foram testados e aprovados pela equipe da casa. Já quem está de dieta e participa do desafio “perca peso com a chef”, tem saladas e grelhados à disposição. Mais: a jovem cozinheira serve café da manhã reforçado para quem entra cedo – o que não se vê nos outros restaurantes da cidade. Vira e mexe dá para visualizar as delícias exclusivas da brigada em sua conta no Instagram.

Para deleite da brigada do contemporâneo Épice, às sextas-feiras há um agrado: o pessoal da confeitaria faz uma torta de chocolate (um dos hits desde a abertura da casa, em 2011) a mais. Já no final de ano, o chef, Alberto Landgraf, prepara para a equipe uma de suas especialidades fora da cozinha profissional, o estrogonofe.

Sem menu
“Todo dia é uma briga sobre o que vai ser servido. Metade quer coisas light, metade quer comida ‘gorda’. Mas existe uma regra: sempre ter um carboidrato, uma proteína e uma verdura. E, no fim, sempre nos surpreendemos com um jantar super gostoso”, revela Renata Vanzetto sobre os bastidores do Ema.

É essa refeição que sustenta a meia dúzia de funcionários da casa de 23 lugares, mas que não raro atende cerca de 50 pessoas – ou mais – por noite. “Às vezes todo mundo se atrasa ou surge um problema e… Cadê o jantar? Ninguém conseguiu preparar. Então alguém sai correndo para a padaria e vira o clássico pão com mortadela e Coca-Cola”, confessa a chef. Mas seus colaboradores também comem hambúrguer artesanal, moqueca de frutos do mar e vegetariana, risoto. “É sempre um banquete!”

Feijão e sushi
Arroz, feijão e ponto final: esse é o básico para as 12 pessoas (incluindo os manobristas) que trabalham no Pina. “O chef não fica bem comendo arroz e feijão”, lamenta o próprio, Riccardo Rossi. E continua: “Mas o menu não foi um pedido e sim uma imposição. De preferência com carne bovina”.

Italiano, Rossi conseguiu negociar um dia de massa e uma noite de pizza por semana. Ironicamente, o prato mais elogiado pela equipe é o nhoque à bolonhesa. Ainda assim, a simples ausência da dupla básica do prato brasileiro gera um certo estresse.

Sem arroz e feijão também não ficam os times do Kinoshita e do Clos. Ambos os restaurantes contratam nutricionistas para balancearem as refeições, sem jamais excluir a combinação.

Na casa de culinária japonesa sushis e sashimis não entram como acompanhamentos, “mas todas as vezes que o cardápio muda, a brigada experimenta tudo, mesmo quem nunca tinha visto peixe cru”, garante Eurico Carvalho, gerente geral. E entrega: “o prato que mais faz sucesso mesmo é o baião de dois”.

Em compensação, no Clos, a equipe aguarda ansiosa o dia do frango assado com farofa – seja de ovo, banana ou bacon. Para animar a brigada, o chef da casa, Juca Duarte, faz uma receita especial, muitas vezes com frutos do mar, e ainda adoça os paladares com sorvete. Assim, todos vão trabalhar mais felizes (e bem alimentados).

Fonte: Bol.com.br

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