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Copa América tem uma das melhores gerações do continente, mas sofre com escândalo de corrupção

A Copa  América tem início nesta quinta-feira, no Chile, com os donos da casa enfrentando o Equador, num momento em que o futebol sul-americano é a cara do próprio continente: amarrado em contrastes sociais e econômicos difíceis de serem desfeitos. Fora de campo, ele foi jogado na lama por um dos maiores escândalos de corrupção no esporte. Dentro das quatro linhas, vive um de seus momentos mais ricos, com craques de nível mundial espalhados pelas seleções.

Seis deles podem ser considerados membros da elite. Neymar (Brasil), Messi e Di María (Argentina), James Rodriguez e Falcao García (Colômbia), Cavani (Uruguai) e Guerrero (Peru). Somados, o valor de mercado deles chega a R$ 1,6 bilhão, de acordo com o site especializado “Transfermarkt”. O número seria ainda maior se o uruguaio Suárez não estivesse suspenso pela mordida no italiano Chiellini na Copa do Mundo do ano passado.

Do sexteto, quatro estão entre os dez mais valiosos do mundo: Messi (1º, R$ 505 milhões), Neymar (3º, R$ 338 milhões), Di Maria (5º, R$ 274 milhões) e James Rodriguez (6º, R$ 250 milões). E ao menos dois já despontam como candidatos a estarem entre os três finalistas do prêmio de melhor do ano da Fifa: Messi e Neymar.A grande fase do futebol sul-americano não se manifesta apenas nos talentos individuais. Poucas vezes na História as seleções do continente estiveram tão bem cotadas antes do início da Copa América. Acompetição reunirá quatro equipes entre as dez mais bem colocadas no ranking da Fifa — Argentina (3ª), Colômbia (4ª), Brasil (5ª) e Uruguai (8ª) —, algo inédito desde que a lista foi criada, em 1993.

Entre as principais candidatas ao título continental, a mais valiosa é a Argentina. Os craques hermanos, somados, valem aproximadamente R$ 1,7 bilhão. A seleção de Dunga vem logo em seguida: R$ 1,5 bilhão. Em terceiro lugar aparece a Colômbia, valendo R$ 919 milhões. Na sequência, aparecem empatadas as seleções de Chile e Uruguai, com valor de mercado aproximado de R$ 620 milhões cada uma.

O fato a se lamentar é que os craques estejam cercados por pernas de pau ocupando cargos de dirigentes. Dois ex-presidentes da Confederação Sul-Americana (Conmebol), Eugenio Figueredo e Nicolás Leoz, são acusados de corrupção pelo FBI, a polícia federal americana. Figueredo está preso na Suíça, assim como Rafael Esquivel, presidente da Federação Venezuelana, e José Maria Marin, ex-presidente da CBF. Que o ao menos lado bonito do futebol sul-americano prevaleça no Chile.

Fonte – ExtraOnline

 

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