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Israel bombardeia alvo em Gaza após lançamento de foguete palestino

Jerusalém, 24 jun (EFE).- Em represália ao lançamento de um foguete de Gaza contra Israel na noite de terça-feira, que não deixou feridos, o Exército israelense bombardeou na madrugada desta quarta-feira um alvo militar no território palestino, que também não deixou vítimas.

“Em resposta ao ataque, as Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla em inglês) atacaram a plataforma de lançamento na Faixa de Gaza de onde se lançou o foguete na noite de ontem. O ataque atingiu o alvo”, garantiu o Exército de Israel em um comunicado divulgado hoje.

“Um dia depois do relatório da ONU (sobre a operação israelense contra o território palestino no ano passado), Gaza continua sendo um local propício ao terror. Ontem à noite, civis israelenses foram mais uma vez obrigados a buscar refúgio, fugindo dos ataques incessantes, indiscriminados e intoleráveis que saem da Faixa de Gaza”, disse o porta-voz militar Peter Lerner na nota.

Ontem à noite, milicianos palestinos lançaram um foguete pouco depois das 22h locais (16h de Brasília), o que fez soar os alarmes antiaéreos em populações israelenses próximas da fronteira, como Zikim, Karmia, Netiv Haasar e Yad Mordechai.

O projétil caiu em uma área aberta adjacente à comunidade de Yad Mordechai, segundo o site israelense “Ynet”, próximo de uma estufa de um moshav (comunidade cooperativa agrícola). Trata-se do quarto ataque deste tipo neste mês.

Gaza vive um conflito entre grupos jihadistas armados e as forças do Hamas, que vêm fazendo batidas e prenderam alguns de seus membros.

Simpatizantes do Estado Islâmico (EI) em Gaza advertiram ao Hamas, em um vídeo divulgado nas redes sociais, que não respeitarão a trégua com Israel estipulada há cerca de um ano enquanto a organização palestina não parar de reprimir seus membros, não libertar os presos e não devolver as armas confiscadas.

Um relatório da Comissão de Direitos Humanos da ONU divulgado esta semana acusa tanto Israel como grupos armados palestinos na Faixa de Gaza de possíveis crimes de guerra durante a operação militar israelense Limite Protetor, quando morreram 2.251 palestinos (1.462 deles civis e 551 crianças), 67 soldados e seis civis israelenses.

Fonte: Bol.com.br

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