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Pentágono descobre e bombardeia quartel do Estado islâmico após selfie de jihadista

  • Welayat Homs/HO/AFP

    30.mai.2015 - Imagem divulgada pelo meio de comunicação jihadista Welayat Homs neste sábado (30) mostra a explosão da prisão da cidade síria de Palmyra pelo Estado Islâmico, dez dias depois de eles tomarem a cidade histórica de forças pró-regime. A prisão foi o local de um massacre em 1980, em que centenas de detentos foram mortos. Tornou-se notório por toda a Síria como um símbolo da brutalidade do regime do ex-presidente Hafez al-Assad e seu filho e sucessor, Bashar

    30.mai.2015 – Imagem divulgada pelo meio de comunicação jihadista Welayat Homs neste sábado (30) mostra a explosão da prisão da cidade síria de Palmyra pelo Estado Islâmico, dez dias depois de eles tomarem a cidade histórica de forças pró-regime. A prisão foi o local de um massacre em 1980, em que centenas de detentos foram mortos. Tornou-se notório por toda a Síria como um símbolo da brutalidade do regime do ex-presidente Hafez al-Assad e seu filho e sucessor, Bashar

Washington, 5 jun (EFE).- A selfie de um jihadista “bobo” publicada nas redes sociais permitiu aos caças americanos destruírem um quartel-general do Estado Islâmico (EI) em um local não revelado, afirmou um dos chefes da Força Aérea dos Estados Unidos.

A conversa do general da Força Aérea Hawk Carlisle, reproduzida na quarta-feira pela publicação profissional Defense Tech e divulgada nesta sexta na imprensa americana, explicou como a inteligência militar americana descobriu a localização desse quartel dos jihadistas.

“Foi uma publicação nas redes sociais que nos permitiu bombardear nosso alvo em menos de 24 horas. Um trabalho elogiável”, afirmou o general em um café da manhã da Associação da Força Aérea em Washington.

Carlisle não quis dizer quando, nem onde esse quartel-general foi destruído, e só contou que foi uma unidade de inteligência da Força Aérea na Flórida que encontrou a foto.

O grande forte dos extremistas sunitas do EI fica na cidade de Al Raqqah, às margens do rio Eufrates, na Síria, que foi bombardeada várias vezes pelos aviões da coalizão internacional.

“Os meninos estavam trabalhando em Hulburt (base aérea na Flórida) combinando redes sociais e se deram conta de que este bobo estava no centro de comando. Estava em uma rede social, em um fórum aberto, cuidando das capacidades de comando e controle do Daesh (nome usado pelos árabes para se referir ao EI)”, descreveu o militar.

Em menos de 22 horas os analistas de inteligência conseguiram confirmar a informação, serem autorizados pela cadeia de comando e permitir que três bombas guiadas destruíssem o edifício do EI.

Os jihadistas do EI são considerados especialistas no uso das redes sociais para recrutar jovens no exterior e para amplificar o alcance de sua propaganda.

Fonte: Bol.com.br

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