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Chegou a hora da geração TUF

Rio – Nem Royce Gracie, tampouco Marco Ruas. Diferentemente da geração que cresceu vendo os precursores do MMA, a nova safra — menos ligada ao glamour de antigamente — se desenvolveu vendo as edições do reality show ‘The Ultimate Fighter’. E foi o programa que incentivou muitos deles a sonhar com a ida ao maior evento do mundo. Alguns dos finalistas da quarta edição do programa brasileiro não são diferentes. Com luta marcada com Reginaldo Vieira no UFC 190, hoje, Dileno Lopes, 27 anos, viu os tempos áureos das lendas apenas por empoeiradas fita de vídeo. Em contrapartida, nunca perdeu uma edição do reality, colado na telinha.


Otimista, Dileno Lopes encara Reginaldo na final do reality show

Foto:  Carlos Moraes

Daí vem o orgulho de ser finalista no peso-galo. “Todos da nova geração conhecem a história das lendas, mas foi o TUF que nos motivou”, frisa. Na outra decisão, os pesos-leves Glaico França e Fernando Açougueiro medem forças para deixar seus nomes na história. “Sempre acompanhei o TUF, sou fã. Eu via lutas de anos que não era nascido, como todo mundo faz. Mas acredito que o TUF é uma porta boa, mesmo que não entre direto no UFC. O programa virou o foco de todo lutador iniciante, em que a nova geração sonha participar”, afirma Glaico, 24 anos. Mas só dois deles vão viver o sonho de assinar contrato com o UFC. Os outros podem vivenciar um pesadelo e dar um passo atrás na carreira.

MORTE ANUNCIADA?

Bethe tem grandes desafios pela frente. Pegar a campeã é o maior deles, claro. Mas se ela sonha com algo mais, além de apenas derrota menos dolorosa, terá que se manter lutando em pé e prolongar por mais de um minuto o combate. Quase crônica de uma morte anunciada.

Originalmente matéria publicada no Jornal O Dia (http://odia.ig.com.br)

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