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'Policial não pode andar armado que é morto', diz filho de agente assassinado

Rio – Aproximadamente 100 pessoas compareceram na tarde deste domingo ao sepultamento do policial civil José Carlos Fernandes Garcia, de 51 anos, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap. Bastante emocionados, parentes e colegas de trabalho não escondiam a indignação com o assassinato do agentes, que aconteceu no sábado, no bairro de Anchieta. Felipe Garcia, filho da vítima, lamentou a insegurança vivida pelos policiais no Rio de Janeiro.

“Tudo o que eu sei, foi esse cara que mataram quem me ensinou. Ele era querido por todo mundo. Um policial não pode andar com a arma que é morto”, desabafa o jovem de 26 anos, que no mês que vem se formará como policial militar.

Segundo informações, José Carlos foi morto ao ir até a residência de um amigo, que estava com ele no carro, levar um colchão. Ao chegar no local, na Rua Inácia Gertrudes, eles foram abordados por três criminosos. Ao constatarem que o policial estava armado, atiraram cerca de sete vezes nele e fugiram em seguida num carro roubado, que foi encontrado neste domingo, por policiais do 41ºBPM (Irajá), na Rua Paraúna, também em Anchieta.

Os bandidos não roubaram nada de José Carlos e do amigo. De acordo com os policiais que trabalharam com a vítima em diversas delegacias, ele já estava planejando seu futuro. “Ele (José Carlos) já estava pensando em se aposentar no ano que vem”, revelou um amigo que não quis se identificar.

José Carlos Garcia chegou a ser socorrido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ricardo de Albuquerque, onde chegou em estado grave, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu. Ele era casado, tinha dois filhos e estava há 20 anos na Polícia Civil. O caso está sendo investigado pela Divisão de Homicídios (DH) da Capital.

Originalmente matéria publicada no Jornal O Dia (http://odia.ig.com.br)

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'Policial não pode andar armado que é morto', diz filho de agente assassinado

Rio – Aproximadamente 100 pessoas compareceram na tarde deste domingo ao sepultamento do policial civil José Carlos Fernandes Garcia, de 51 anos, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap. Bastante emocionados, parentes e colegas de trabalho não escondiam a indignação com o assassinato do agentes, que aconteceu no sábado, no bairro de Anchieta. Felipe Garcia, filho da vítima, lamentou a insegurança vivida pelos policiais no Rio de Janeiro.

“Tudo o que eu sei, foi esse cara que mataram quem me ensinou. Ele era querido por todo mundo. Um policial não pode andar com a arma que é morto”, desabafa o jovem de 26 anos, que no mês que vem se formará como policial militar.

Segundo informações, José Carlos foi morto ao ir até a residência de um amigo, que estava com ele no carro, levar um colchão. Ao chegar no local, na Rua Inácia Gertrudes, eles foram abordados por três criminosos. Ao constatarem que o policial estava armado, atiraram cerca de sete vezes nele e fugiram em seguida num carro roubado, que foi encontrado neste domingo, por policiais do 41ºBPM (Irajá), na Rua Paraúna, também em Anchieta.

Os bandidos não roubaram nada de José Carlos e do amigo. De acordo com os policiais que trabalharam com a vítima em diversas delegacias, ele já estava planejando seu futuro. “Ele (José Carlos) já estava pensando em se aposentar no ano que vem”, revelou um amigo que não quis se identificar.

José Carlos Garcia chegou a ser socorrido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ricardo de Albuquerque, onde chegou em estado grave, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu. Ele era casado, tinha dois filhos e estava há 20 anos na Polícia Civil. O caso está sendo investigado pela Divisão de Homicídios (DH) da Capital.

Originalmente matéria publicada no Jornal O Dia (http://odia.ig.com.br)

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