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Terremoto vai devastar costa noroeste de continente em breve, diz semiologista

Estados Unidos – Semiologistas entrevistados pelo “New Yorker” revelaram que um grande terremoto, que vai causar mais danos do que todos os já vistos têm chances “muito prováveis” de ocorrer em pouco tempo, mesmo que uma margem de prazo de 100 anos. No último domingo, a publicação americana revelou que a previsão é que o fenômeno irá devastar o noroeste do continente americano, atingindo da Califórnia ao Canadá, e deixando centenas de milhares feridos.

O menor terremoto que pode ocorrer seria como o que provocou um tsunami e devastou a costa do Japão em 2011, segundo a autora do estudo, Kathryn Schulz. A previsão é, no mínimo, aterrorizante.

Segundo os estudiosos, há uma chance de 1 em 3 de o terremoto menos assustador ocorrer e 1 em 10 do “realmente assustador” acontecer nos próximos 50 anos.


Segundo previsão, menor terremoto que pode ocorrer seria como o que provocou um tsunami e arrasou a costa do Japão em 2011

Foto:  Reuters

A semiologista explicou que normalmente as pessoas não sentem os terremotos, o movimento das placas tectônicas, mas que isso irá acontecer de repente, como se as placas fossem jogadas umas contra as outras, ao invés de deslizarem uma sob a outra.

Segundo ela, a magnitude do terremoto pode variar entre 8.0 e 8.6 se atingir apenas uma parte da zona, conhecida como Cascadia. No caso dessa zona ceder, evento que semiologistas chamam de ruptura integral de margem, a magnitude poderá variar entre 8.7 e 9.2. “Isso é algo muito grande”, declarou a especialista.

Como não há terremotos nesta região, ninguém está preparado para a possibilidade do que está por vir. Sem as precauções necessárias a projeção é que 13 mil pessoas irão morrer, 27 mil ficarão feridas e milhares desabrigadas. Segundo a publicação, se o terremoto ocorrer durante o verão, quando o local recebe muitos turistas, os números irão aumentar tragicamente.

Segundo a previsão, a região está fadada ao fracasso. “Com a falta de serviços básicos, os negócios vão desaparecer, assim como os moradores. A número da população vai sofrer uma reviravolta”.

Originalmente matéria publicada no Jornal O Dia (http://odia.ig.com.br)

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