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Tom Selleck chega a acordo sobre furto de água

sábado, 11 de julho de 2015 – 15h36

Atualizado em
sábado, 11 de julho de 2015 – 15h54


Tom Selleck desviou água durante crise / Lucy Nicholson/ReutersTom Selleck desviou água durante crise
Lucy Nicholson/Reuters

O ator Tom Selleck resolveu provisoriamente uma questão na Justiça da Califórnia sobre acusação de roubar água de um hidrante para abastecer seu rancho, em meio a uma seca devastadora no estado, disse um funcionário do distrito onde ocorreu o caso.

Os advogados de Selleck e do Distrito Municipal de Águas de Calleguas, no Condado de Ventura, ao norte de Los Angeles, chegaram a um acordo que agora deve ir para conselho da agência para aprovação, em reunião marcada para a próxima quarta-feira, disse Eric Bergh, gerente de recursos da agência.

Bergh confirmou que o acordo foi fechado na quinta-feira, dia 9, mas disse que os termos são confidenciais até serem finalizados. “A equipe acredita que o acordo provisório é um passo positivo no sentido de uma resolução definitiva deste assunto”, disse Bergh, em uma mensagem por e-mail à Reuters.

Nem Selleck nem representantes dele estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto. O ator, de 70 anos, ganhou fama interpretando um detetive particular no Havaí na série de televisão dos anos 1980 “Magnum”. Ele agora está no drama policial “Blue Bloods”.

O distrito de Calleguas apresentou uma queixa na segunda-feira no Tribunal Superior do Condado de Ventura, acusando o artista de extrair ilegalmente água do distrito para fora de sua área de serviço. Segundo a denúncia, o distrito gastou quase 22 mil dólares para contratar um investigador particular e descobrir que várias vezes, entre 2013 e 2015, um caminhão-pipa encheu seus tanques em um hidrante na comunidade de Thousand Oaks e entregou a água no rancho de Selleck.

A denúncia surge num momento em que a Califórnia lida com uma seca devastadora de quatro anos que prejudicou a multibilionária indústria agrícola do Estado e levou a cortes de água obrigatórios em cidades e vilas, numa redução média de 25 por cento do abastecimento normal.



Fonte: Band.com.br

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