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Tévez é apresentado no Boca com Bombonera lotada: "Voltei para minha casa"

Não era tarde de jogo, muito menos de clássico, mas as cadeiras e arquibancadas da Bombonera estiveram lotadas de torcedores do Boca Juniors. Não era para ver gols ou jogadas do time, mas por apenas um atleta: Carlitos Tévez. O ex-jogador da Juventus foi apresentado com estádio cheio, festa e declaração de amor ao clube. 

“Quero agradecer a todos que vieram me ver. Faz um ano que queria voltar. Já me passava a cabeça quando fui para Itália, sentia falta disso. Voltei para casa, estive negociando com Atlético (de Madrid), mas queria voltar para casa”, disse. “Ele poderia estar mais quatro anos jogando na Europa, mas escolheu voltar para ca. Isso nos deixou muito feliz”, salientou o presidente do clube, Daniel Angelici. 

A apresentação foi aberta para os aficionados, que lotaram o espaço disponível. Por conta da falta de lugares, a ida de Tévez ao campo foi até antecipada. E enquanto não viram o atacante, cantaram como se estivessem apoiando os atletas durante uma partida. 

“Para mim é uma grande honra apresentar o jogador do povo, que conquistou títulos onde ele esteve”, disse o presidente. “Sempre que estive na Bombonera foi especial. Para mim é especial todos que vieram aqui hoje. Hoje vieram me ver. Só tenho a agradecer por terem vindo. Com este frio eu estaria em casa tranquilo, mas resolveram vir me ver. Dentro e fora de campo tenho que corresponder. Vou focar desde a assinatura do contrato’, compeltou Tévez. 

O Boca Juniors comprou Tévez por 6,5 milhões de euros (R$ 22,4 milhões). Com outras propostas, o jogador preferiu retornar ao clube onde começou. Tévez, no Boca, conquistou uma Libertadores, um Mundial, um Campeonato Argentino e uma Sul-Americana. Hoje ele tem 31 anos e recentemente foi campeão italiano com a Juve. 

Tévez recebeu a camisa 10 no Boca Juniors e de pronto tratou de falar sobre o amigo Juan Román Riquelme. “Román é um dos maiores do clube para mim. Sempre quando se fala é que o número 10 sempre será dele. Sou amigo dele, acredito que será assim sempre, não venho superá-lo, mas fazer minha história. É o ídolo máximo do clube. Venho só fazer a minha história. Román há um só e é o maior”, explicou.

Além do Atlético de Madrid, outros clubes tentaram contratar Tévez e mantê-lo na Europa. Mas a vontade de voltar ao Boca Juniors foi mais forte para ele. 

“Acredito que a torcida se identifica comigo. Isso é muito importante. Cada manhã ou cada coisa que fazia de importante, sempre pensava no Boca. Me levantava, me deitava, sempre pensando em voltar. Que dia voltaria para casa? Deixa mãe, pai, irmãos quando sai. É difícil, não é fácil. Gosto que minha família venha para o campo. E saí muito cedo daqui. Hoje tenho 31 anos, saí com 20. Hoje estou muito mais preparado. Pensei na torcida do Boca a todo momento. Saí quando outros eram experientes e me aconselhavam, Schiavi, por exemplo… Hoje eu aconselharei os mais novos, é um momento totalmente diferente”, disse. “Não há melhor dia que este, não e compara com nada. Primeiro porque estou com meu povo, segundo porque não preciso falar inglês ou italiano, e terceiro porque estou com minha família, posso errar que não tem problema’, finalizou. 

Fonte: Bol.com.br

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