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Vitória de Vettel no GP da Hungria foi apenas circunstancial

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Há muito tempo um paddock não ficava tão agitado ao final de uma corrida como aconteceu neste domingo, em Budapeste.

E com razão. O GP da Hungria não apenas marcou a primeira vez desde o GP Brasil de 2013 que um piloto da Mercedes não esteve no pódio como ainda uma série de fatos inéditos/importantes.

Com seu segundo triunfo nesta temporada, Sebastian Vettel igualou as 41 vitórias de Ayrton Senna. Daniil Kvyat, em segundo lugar, foi ao pódio pela primeira vez em sua -curta– carreira na F-1.

E não foi só.

Editoria de Arte/Folhapress
GP Hungria
GP Hungria

Aos 17 anos, Max Verstappen completou a prova na quarta posição com seu Toro Rosso e é o novato a ter conquistado o melhor resultado nesta temporada. E, pela primeira vez no ano, a McLaren conseguiu colocar seu dois pilotos na zona de pontuação (Fernando Alonso foi o quinto e Jenson Button, o nono colocado).

Bem, mas nada disso significa que daqui para a frente veremos isso em todas as corridas e que a hegemonia da Mercedes finalmente chegou ao fim.

Infelizmente o resultado em Hungaroring foi apenas circunstancial.

Lewis Hamilton não teve um domingo inspirado. Largou mal, cometeu erros, bateu no Red Bull de Daniel Ricciardo e teve o bico de seu carro quebrado. Ainda assim conseguiu completar a prova em sexto e manteve a liderança do Mundial.

Com Nico Rosberg o problema foi de falta de sorte. Ele vinha em segundo e podia até ter lutado pela vitória com Vettel nas últimas voltas, mas, assim como o companheiro, teve um pneu furado após um toque em Ricciardo. Chegou em oitavo.

A tendência é que tudo volte ao normal daqui a três finais de semana, em Spa-Francorchamps, quando a categoria volta das férias de verão para dar início à parte final do Mundial de 2015.

Apesar da vitória da Ferrari em Budapeste e da recente melhora da Williams, a Mercedes ainda está bem à frente da concorrência. E, como bem resumiu Toto Wolff, chefe da atual campeã mundial, este foi apenas “um dia de merda no escritório”.

Fonte: Folha de São Paulo
www.folha.com.br

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