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Blitz de produtos têxteis do Ipem-PE autua nove lojas no comércio de Olinda

Fiscais do Ipem-PE iniciaram operação de fiscalização que vai durar toda a semana no comércio de Olinda. Foto: Thayse Medeiros/ Assessoria Ipem-PE
Fiscais do Ipem-PE iniciaram operação de fiscalização que vai durar toda a semana no comércio de Olinda. Foto: Thayse Medeiros/ Assessoria Ipem-PE

O Instituto de Pesos e Medidas de Pernambuco (Ipem-PE) iniciou, na manhã desta segunda-feira, uma fiscalização intensificada voltada para produtos têxteis. A fiscalização começou por volta das 9h30, onde produtos como tecidos, camisas, calças, vestidos, toalhas e lençóis foram avaliados. Segundo o supervisor da divisão de produtos têxteis, Eci Alves, a ação é uma forma de garantir que o consumidor tenha acesso a todas as informações sobre o produto adquirido e possa utilizá-lo de maneira correta e eficiente.

Hoje, a equipe de fiscais visitou galerias localizadas na Avenida Getúlio Vargas, em Olinda. De um total de 25 lojas fiscalizadas, foram encontrados produtos irregulares em nove estabelecimentos comerciais. O órgão cadastrou os produtos em sua base de dados e os lojistas terão dez dias para identificar o fornecedor deles através de documento fiscal.

Durante a ação, que acontecerá em Olinda por toda a semana, os técnicos irão observar as etiquetas fixadas nas peças que, além de ser um componente fixo obrigatório em qualquer artigo têxtil, devem conter informações necessárias para o consumidor e que são exigidas pelo Inmetro, tais como o nome ou razão social do fabricante, CNPJ ou CPF, composição têxtil, modos de conservação, tamanho e país de origem.

“O modo de conservação de um produto, por exemplo, é um dado muito importante, já que ele aumenta o tempo útil de cada peça de acordo com o que informa em sua etiqueta””, disse o presidente do Ipem-PE, Pedro Paulo de Carvalho Neto. Sobre a fiscalização, ele destacou que “o objetivo desta blitz é garantir que os produtos levem todas as informações necessárias ao consumidor para que ele realize a melhor opção de compra e não seja lesado, além de incentivar o setor têxtil a cumprir as normas impostas por lei, reduzindo ao máximo as possibilidades de erros”�.

Com informações do Ipem-PE

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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