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Coreias celebram reunião para abordar a crise

As duas Coreias celebram neste sábado uma reunião de alto nível, poucas horas antes do fim do prazo do ultimato apresentado pela Coreia do Norte, que ameaçou o vizinho do Sul com uma “guerra total” caso não interrompa as operações de propaganda na fronteira.

O encontro acontece na localidade de fronteira de Panmunjon, segundo a presidência sul-coreana.

O Sul estará representado pelo ministro da Unificação, Hong Young-Pyo, e o diretor da Agência Nacional de Segurança, Kim Kwan-Jin.

A Coreia do Norte enviará os oficiais militares de maior patente, Hwang Pyong-So – considerado o número dois do regime -, e o secretário do Partido dos Trabalhadores, Kim Yong-Gon, responsável pelas relações com o vizinho do Sul.

As tropas sul-coreanas estavam neste sábado em alerta máximo ante a iminente expiração do ultimato da Coreia do Norte, que ameaçou o vizinho e rival com uma “guerra total”, caso Seul não interrompa as operações propagandísticas.

Antes do fim do ultimato, o Exército Popular Coreano (EPC) anunciou que as unidades mobilizadas na fronteira estavam em “estado de guerra”, seguindo ordens do dirigente do país, Kim Jong-un, prontas para responder caso Seul não atenda a exigência.

“Chegamos ao amanhecer de uma guerra e a situação é irreversível”, afirmou, em tom de ameaça, o ministério norte-coreano das Relações Exteriores em um comunicado.

Neste contexto de tensão, o governo dos Estados Unidos reiterou o compromisso com a defesa da Coreia do Sul, anunciou o comandante do Estado-Maior de Washington, o general Martin Dempsey.

O governo dos Estados Unidos mantêm 30.000 militares de maneira permanente na Coreia do Sul.

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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