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Herói tricolor, Grafite diz que vai guardar o jogo deste sábado para sempre na memória

Ricardo Fernandes/DP/D.A Press
%u201CFalar que eu não pensava em fazer gols e vencer o jogo eu estaria mentindo%u201D, disse Grafite

Foram 13 anos de distância. Tempo que separou a última partida de Grafite com a camisa coral até a tarde deste sábado, 8. O retorno não podia ser mais aguardado. E não apenas pela torcida tricolor. O próprio jogador admitiu que sonhava com este momento. Um gol. Explosão do Arruda lotado. E a vitória sobre o Botafogo. Tudo conforme Grafite sonhava. E ele agradeceu aos companheiros de equipe pela recepeção que teve desde o primeiro momento.

“Falar que eu não pensava em fazer gols e vencer o jogo eu estaria mentindo”, respondeu com sinceridade. “Sonhar eu sonhava”, acrescentou, pasando a agradecer o apoio que recebeu antes da reestreia. “Ontem à tarde e à noite e ao longo do dia de hoje, eu recebia mensagens de amigos e familiares, dando apoio, incentivando. Não tinha como dar errado com tanto apoio e pensamento positivo de uma boa estreia”, afirmou.

Grafite ainda descreveu a emoção de rever o Arruda lotado. “Quando eu vi como estava, veio a memória de 13 anos atrás. Por mais que a gente tenha experiência, tenha rodado pela Europa, Copa do Mundo… É difícil conter a emoção quando o torcedor apoiou da forma como fez”, revelou. “Na Europa, jogava com estádio lotado, mas a torcida não apóia, canta e pula como no Brasil e a do Santa Cruz’, comentou.

E a explosão do estádio quando Grafite cabeceou com precisão para as redes de Jefferson? “Foi um momento maravilhoso no gol”, opinou. “Vai ser uma tarde inesquecível. Espero ter essa memória para sempre na minha vida.”

Santa Cruz recebe o Botafogo, no Arruda, na reestreia de Grafite com a camisa tricolor

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Agradecimento ao elenco

Experiente, Grafite tem plena noção a importância do coletivo para se obter conquistas no futebol. Ninguém ganha jogo sozinho. E o atacante, desde sua chegada, sempre transpareceu prudência e humildade, evitando o rótulo de salvador. Tal postura contou com reflexo do elenco, que o abraçou desde o primeiro momento. “Tenho que agradecer aos meus companheiros, que me receberam muito bem e sempre me deixaram muito à vontade. Todos eles foram fundamentais para minha adaptação”, afirmou.

O centroavante ainda ressaltou a unão do elenco tricolor. “É importante a harmonia do grupo. Não cheguei para resolver, vim para somar. Eu preciso deles e eles de mim. É um grupo. E a gente tem o objetivo de chegar entre os quatro e subir, então a gente precisa desse clima de irmandade. E a gente trabalhar em prol do Santa Cruz.”

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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