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Operação Lava Jato conta 28 delações em 1 ano

segunda-feira, 10 de agosto de 2015 – 08h32

Atualizado em
segunda-feira, 10 de agosto de 2015 – 08h52

Prática, porém, é criticada por advogados, que acusam ‘tortura psicológica’


MPF defende a importância das delações na Lava Jato / REUTERS/Sergio MoraesMPF defende a importância das delações na Lava Jato
REUTERS/Sergio Moraes

Desde o acordo de delação premiada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, posto no papel em 29 de agosto do ano passado,a prática se tornou um dos maiores combustíveis da Operação Lava Jato. Quase um ano depois, o Ministério Público Federal informa já ter fechado 28 colaborações. 

O grupo de informantes é variado, tendo ex-funcionários da Petrobras, executivos, lobistas, doleiros ou “carregadores de malas”. 

O MPF defende a importância das delações na Lava Jato, mas garante que nenhuma denúncia é feita apenas com base nela e há provas materiais para as acusações. Mas a delação premiada sofre resistência entre advogados criminalistas.

Entenda a Operação Lava Jato

O ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque e o lobista Fernando “Baiano”, que tentam delação, tiveram que buscar novos advogados para a tarefa, pois os antigos eram contra. 

Nos autos da Lava Jato, chovem reclamações de que os suspeitos não decidem colaborar com a Justiça por vontade espontânea, mas por “tortura psicológica” nas prisões, que seriam até prolongadas com essa intenção. Em despachos, o juiz Sérgio Moro já rebateu essa acusação mais de uma vez, defendendo a legalidade das prisões.

Relembre cada fase da operação da PF



Fonte: Band.com.br

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