10 games de terror para você jogar no Dia das Bruxas

O Halloween, ou Dia das Bruxas como é conhecido no Brasil, é comemorado neste sábado, 31, em todo o mundo. O Olhar Digital já te mostrou uma lista de games de diversos gêneros para você se preparar para a data, incluindo ação e plataforma. Agora, é a vez dos títulos de terror.

A história dos jogos desse gênero é quase tão antiga quanto a dos videogames. Um dos primeiros exemplares do terror nos jogos eletrônicos é Mystery House, de 1980, uma aventura em texto para PC com gráficos simples, porém assustadores.

Já para as gerações mais modernas, não faltam sustos. Confira abaixo alguns games que você ainda pode jogar no console ou no computador para entrar no clima do Dia das Bruxas.

1 – Silent Hill

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Talvez um dos mais reconhecidos exemplares do gênero, a série Silent Hill começou no fim dos anos 1990 com um game para o primeiro PlayStation. Com uma mecânica de efeitos climáticos caprichada, o jogo mostrou que é possível assustar os jogadores não só apostando na escuridão, mas até mesmo com um denso nevoeiro.

A edição mais recente, Silent Hill: Downpour, foi lançada em 2012 para PS3 e Xbox 360. Contudo, as novas gerações ainda podem experimentar o teaser jogável que a Konami lançou para promover e inédito Silent Hills, iniciado em parceria com o cineasta Guillermo del Toro, mas cancelado por tempo indeterminado.

2 – Resident Evil

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A franquia mais famosa do gênero survival horror (terror de sobrevivência) há alguns anos tem se distanciado de seu caminho original. Mas não há como esquecer dos sustos e da constante tensão que os primeiros jogos proporcionaram para o primeiro PlayStation.

Com uma mecânica pesada, level design confuso e efeitos sonoros apavorantes, os primeiros jogos da série mantiveram muitos jovens acordados até tarde, com medo de que zumbis batessem à porta do quarto durante a noite.

3 – Fatal Frame

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Lançado em 2001 para o PlayStation 2, esse deu prosseguimento à safra de games assustadores produzidos no Japão. Em Fatal Frame, o jogador enfrenta espíritos e fantasmas usando uma câmera fotográfica em vez de uma arma de fogo.

Uma curiosidade: na Europa, o jogo é chamado de Project Zero e, no Japão, apenas Zero. No país asiático, aliás, o game chegou a ser anunciado como se fosse baseado em uma história real, o que, naturalmente, tornou o clima de suspense ao seu redor ainda mais profundo.

4 – Clock Tower

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Outro clássico dos jogos de terror com origem japonesa é este survival lançado pouco após o primeiro Resident Evil, mas com uma mecânica totalmente diferente. No PlayStation, os jogadores tinham que explorar as telas com um sistema point-and-click semelhante a de jogos de PC.

Ao contrário de outros títulos do gênero, o obejtivo em Clock Tower não é enfrentar uma horda de inimigos fora do controle com todo tipo de arma e munição disponível. Em vez disso, o jogador precisa fugir e se esconder de um único perseguidor implacável, trazendo uma experiência mais realista e, naturalmente, mais assustadora.

5 – Outlast

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Partindo para as gerações mais recentes de consoles e PCs, um “novo clássico” do gênero é o assustador Outlast. Armado apenas com a visão noturna de uma câmera digital, o jogador controla um jornalista investigando um antigo manicômio mal-assombrado.

Assim como em Clock Tower, não há como enfrentar as criaturas espalhadas pelo cenário de peito aberto. Outlast exige fôlego do personagem para correr, destreza para se esconder e paciência para descobrir os segredos do local enquanto luta pela sobrevivência.

6 – Five Nights at Freddy’s

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Um game sobre bichos de pelúcia animados eletronicamente não sugere a premissa das mais atraentes. Ainda assim, esse jogo independente que já ganhou status de fenômeno – com até uma adaptação para o cinema a caminho – tem sustos garantidos para quem não está interessado em tramas complexas.

Em Five Nights at Freddy’s, você controla o guarda noturno de uma lanchonete infantil. Seu objetivo é ficar de olho no sistema interno de câmeras, com cuidado para não esgotar a bateria, enquanto se certifica de que os ursos, cães e patos robóticos não começam a caminhar por conta própria durante a noite. Disponível para PC.

7 – Until Dawn

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Recém-lançado para o PlayStation 4, o game foi bem em vendas com uma mistura bem equilibrada de história, gráficos e, naturalmente, sustos. Em Until Dawn, o jogador controla oito personagens que podem morrer a qualquer momento na trama, dependendo das ações de quem está no controle.

O grupo de oito amigos precisa sobreviver a uma série de fenômenos sobrenaturais enquanto são perseguidos por um misterioso psicopata, em meio à vastidão e o isolamento de uma estação de esqui na neve. O nível surpreendente de detalhes traz uma camada extra de suspense e terror à experiência.

8 – Amnesia: The Dark Descent

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Para sobreviver neste game, é preciso se esconder; para isso, é preciso manter-se nas sombras; só que ficar nas sombras lentamente mata seu personagem. Amnesia: The Dark Descent passa dos limites com essa mecânica que explora os medos do jogador até o limite.

Sem acesso a armas, o objetivo em Amnesia é sobreviver não só fisicamente como também mentalmente. Assistir eventos traumáticos ou encarar monstros de frente reduz o nível de sanidade do protagonista, levando-o a sofrer de alucinações auditivas e visuais. Uma jornada assustadora “de dentro para fora”.

9 – Dead Space

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“No espaço, ninguém pode ouvir você gritar” era o tema principal da campanha de marketing do filme Alien, de 1979, uma das primeiras experiências com mistura de ficção científica e terror no cinema. A referência ao clásso é clara já nas primeiras horas de Dead Space, game lançado em 2008 para PC, Xbox 360 e PlayStation 3.

Em uma estação espacial devastada por estranhas formas de vida, seu objetivo é descobrir o que aconteceu e, como de praxe, sobreviver. O game aposta em elementos de ficção científica futurista, incluindo armas de energia e projeções holográficas. A perspectiva da câmera sobre os ombros do protagonista também lembra imediatamente o clássico Resident Evil 4.

10 – SOMA

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Dos criadores de Amnesia, SOMA chegou em setembro aos PCs trazendo à tona um ambiente naturalmente assustador desde os primórdios dos videogames: a água. Dos criadores de Amnesia, o game explora os limites da sanidade e do terror psicológico com criaturas que remetem aos arquétipos de pesadelos eletrônicos.

A atmosfera sombria e sufocante também lembra o jogador que, se no espaço é impossível alguém te ouvir gritar, nas profundezas do oceano é pior ainda. Com fortes elementos de ficção científica, o jogo se esforça mais em criar um clima de tensão do que provocar sustos gratuitos. Não jogue sozinho à noite.

Fonte: Olhar Digital
Matéria originalmente postada no site olhardigital.uol.com.br

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