Após mais uma reação no segundo tempo, Bérgson explica: "É uma coisa que Gilmar nos pede"

Ricardo Fernandes/DP/DA Press

Atacante Bérgson teve papel fundamental na vitória alvirrubra neste sábado, no Barradão

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Após sair perdendo no marcador, o Náutico consegue o empate e vira nos minutos iniciais no segundo tempo. A história pode servir tanto para o jogo deste sábado, contra o Vitória, quanto para o clássico contra o Santa Cruz, no Arruda, pela 31ª rodada. Dois roteiros semelhantes para vitórias improváveis do Timbu, que recolocam o time na briga pelo acesso após críticas e desconfiança. De acordo com o atacante Bérgson, um dos melhores em campo contra o Vitória, a atenção especial aos primeiros minutos de cada etapa tem o dedo do técnico Gilmar Dal Pozzo, que pede mais foco do elenco.

“É uma coisa que o Gilmar sempre pede para nós no começo do jogo e no intervalo. Pede para a gente entrar ligado, porque os 15 primeiros minutos do primeiro e do segundo tempo são cruciais. Então a gente está conseguindo impor o que estamos treinando, porque é difícil o começo do jogo. Mas estamos conseguindo impor nosso ritmo, sair rápidos no contra-ataque, e estamos sendo felizes”, destacou Bérsgon, que se mostrou bastante contente com a vitória alvirrubra. “A gente está feliz pelo resultado, que era uma coisa que poucos esperavam. Então a gente fica entusiasmado, empolgado depois do jogo. Mas muito feliz e agradecido”, disse.

Na vitória contra os baianos, o atacante fez questão de citar a superação do grupo. Exemplo da dedicação foi quando o placar estava em 3 a 1 e os jogadores do ataque passaram a dar uma ajuda extra na marcação. “Nosso time se superou, todo mundo, desde o Júlio César até o Daniel. A gente se dedicou ao máximo, é o que Gilmar pede para a gente. Tem momento que a gente tem que jogar pra a equipe, e o pessoal da frente se empenhou também, está de parabéns, e o pessoal de trás, todo mundo”, colocou.

Elogios
O atacante também exaltou o técnico Gilmar Dal Pozzo, pela forma como tem gerenciado o grupo mesmo nos momentos difíceis. “Ele fala bem, sabe se expressar, a gente consegue entender a ideia dele. Acho que isso é uma coisa boa, porque nosso grupo é humilde e sabe escutar”, enalteceu, estendendo ao resto do grupo os elogios: “A gente não tem vaidade. Todo mundo sabe a importância de Júlio César e Fabiano Eller, como campeões do mundo. A gente sabe que eles são importantes, e consegue ouvir, consegue falar. E o mais importante: consegue assimilar o que ele quer passar”, finalizou.

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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