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Bomba caseira chamou atenção para rachadura na arquibancada do Rei Pelé, diz ex-secretário

A rachadura que surgiu no setor de cadeiras especiais do Rei Pelé, causando preocupação na administração do estádio e prejuízo para os clubes que lá atuam, pode ter outro motivo. Em entrevista ao jornal CadaMinuto Press, o ex-secretário adjunto de esporte e lazer, Jorge VI, afirmou que a rachadura não é um problema estrutural e que uma bomba caseira colocada por um membro de torcida organizada pode ter chamado atenção para o fato.

“O que aconteceu com as cadeiras especiais, foi que um jovem de torcida organizada colocou uma bomba caseira muito forte embaixo da arquibancada. Então, o que se ouviu no dia foi o estrondo de uma bomba e não por conta da rachadura”, afirmou VI, lembrando ainda, que a rachadura poderia ter surgido muito antes de terem notado.

“É fácil. A rachadura provavelmente não havia sido notada antes e poderia estar lá. A bomba só chamou atenção”, explicou.

Foto: Adelmo Ricardo

Por sinal, a rachadura surgiu no dia o de fevereiro, no jogo entre CSA e CEO, válido pelo Campeonato Alagoano. Desde então, o setor mais caro do estádio, que é composto por 800 cadeiras, está interditado, sem previsão de reabertura.

Sobre o fechamento do setor, Jorge VI apontou que o problema não apresenta risco e vai além. “O Rei Pelé é um estádio antigo, construído em terreno de mangue e acompanha o movimento da terra. Não foi por falta de suporte ou questão de infraestrutura. Eu se fosse secretário, liberaria sem problemas as cadeiras especiais”, disse.

Jorge VI concedeu entrevista especial ao jornal CadaMinuto Press, para esclarecer algumas colocações feitas pela atual secretaria de esporte, lazer e juventude do Estado, Cláudia Petuba. A matéria completa estará no impresso, nas bancas nesta sexta-feira.

 

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