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Completa um mês da queda de helicóptero que vitimou quatro militares

Polícia Civil pediu prorrogação do inquérito e laudo deve sair em um ano

 

Há um mês um acidente aéreo envolvendo o helicóptero da Secretaria de Segurança Pública (SSP) deixou os alagoanos abalados com a morte de quatro militares. O acidente ocorreu no bairro da Santa Lúcia, por volta das 10h da manhã, durante um patrulhamento da equipe aérea.

As causas do acidente ainda são investigadas por Integrantes do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) e o inquérito conduzido pela Polícia Civil. O delegado responsável pela investigação, Manoel Acácio Junior, solicitou a prorrogação devido a complexidade do caso.

A última gravação dos diálogos da tripulação que estava no helicóptero minutos antes do acidente, não mostra indícios de pane na aeronave. Ao CadaMinuto, o delegado informou que o conteúdo da gravação dos diálogos da tripulação com a torre de tráfego aéreo foi obtido de forma extra-oficial.

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“Já tive acesso, de forma extra-oficial, aos diálogos da tripulação no dia do acidente, e já vi que neles não constam nem uma informação ou indícios de que houve algum tipo de pane até a queda do avião. O piloto não informa se está havendo pane ou algum problema do tipo. Vou solicitar a gravação dos diálogos para anexá-los ao inquérito de forma oficial”, comentou o delegado na época quando pediu a prorrogação no dia 14 de outubro.

O helicóptero não tinha sistema de gravação de cabine (Caixa Preta). Os militares morreram carbonizados após a aeronave explodir com o impacto da queda. O cenário de destruição marcou a vida dos moradores, onde ocorreu o acidente.

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A tripulação era formada por quatro integrantes da Polícia Militar e um do Corpo de Bombeiros. A aeronave Falcão 2 tinha a bordo o  Major do Corpo de Bombeiros Milton Carnaúba Gomes Paiva, o Capitão da Polícia Militar Mário Henrique de Assumpção e os Soldados PM Marcos de Moura Pereira e Diogo de Melo Gonzaga.

Os militares foram sepultados com forte comoção dos familiares, amigos e também da população que acompanhou o cortejo. Segundo o responsável pela investigação da Seripa, coronel José Roberto, os trabalhos para identificar as causas do acidente podem durar até um ano.

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