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Dal Pozzo entende como natural a cobrança após goleada, mas diz que encara como normal

Ricardo Fernandes/DP/D.A Press

%u201CQuem está nessa profissão, está sempre no limite%u201D, afirmou o treinador alvirrubro após a partida contra o Botafogo

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A goleada sofrida diante do Botafogo deixou o Náutico a cinco pontos do G4. Na próxima rodada, o Timbu vai a Salvador encarar o vice-líder Vitória. Parada dura pela frente, que aumenta ainda mais a pressão sobre o elenco alvirrubro, que não pode pensar em outro resultado que não seja o triunfo. O técnico Gilmar dal Pozzo reconhece que seu time vai precisar jogar no limite. Entretanto, encara esta situação como algo natural do futebol e demonstra confiança nos profissionais que tem sob comando para superarem mais um momento adverso na Série B do Campeonato Brasileiro.

“Jogar no limite?”, questionou. “Quem está nessa profissão, está sempre no limite”, prossegue, lembrando a dificuldade que o Náutico teve para vencer o lanterna Mogi Mirim em casa e a vitória sob pressão contra o Paysandu em Belém. “Tem que saber trabalhar no limite. E se vai ter que ser assim, vai ser assim”, acrescentou.

O treinador alvirrubro encara com serenidade a pressão que seu time vai sofrer na preparação do embate decisivo e fundamental diante do Vitória. Principalmente depois de o Náutico ter sofrido uma goleada em casa. “A cobrança já vem ao natural. Pela torcida, pela comunicação social. Vou fazer os meus apontamentos que tenho que fazer”, declarou, antecipando que vai chamar a atenção do elenco para as falhas cometidas. “Para ter sucesso na vida, há momentos em que é preciso cobrar mais”, completou.

Náutico recebe o Botafogo na Arena Pernambuco e é goleado por 4 a 1




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Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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