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Famílias coreanas separadas pela guerra se reencontram

Cho Soon-Jeon, sul-coreana, 83 anos, abraça a irmã norte-coreana Gwi-Nyeo, 75, em encontro na Coreia do Norte, em 24 de outubro de 2015. Foto: YONHAP/AFP YONHAP
Cho Soon-Jeon, sul-coreana, 83 anos, abraça a irmã norte-coreana Gwi-Nyeo, 75, em encontro na Coreia do Norte, em 24 de outubro de 2015. Foto: YONHAP/AFP YONHAP

Cerca de 250 sul-coreanos, a maioria idosos, entraram neste sábado na Coreia do Norte para reunirem-se com parentes que não viam há mais de 60 anos – desde a Guerra da Coreia (1950-1953) – ou que sequer conheciam.

O grupo de sul-coreanos viajou para o Norte após o término, na quinta-feira, de uma reunião semelhante entre centenas de coreanos de ambos os lados, reunidos por três dias em um resort do monte norte-coreano de Kumgang.

O novo grupo de famílias se reunirá com seus parentes de sábado a segunda-feira. Os sul-coreanos viajaram carregados de presentes como roupas, relógios, medicamentos, alimentos e, no caso de muitos deles, cerca de 1.500 dólares em dinheiro.

O encontro que terminou na quinta-feira foi apenas o segundo do tipo em cinco anos. Foi possível graças a um acordo alcançado em agosto passado entre as duas Coreias, com o objetivo de reduzir a tensão na península.

O encontro, no entanto, é fortemente vigiado pelas autoridades norte-coreanas, e os contatos se limitarão a seis sessões de duas horas cada, alguns em particular e outras em um grande salão, diante das câmeras de televisão.

Atualmente, mais de 65.000 sul-coreanos estão em listas de espera para ser selecionado e poder se reunir com seus entes queridos do lado norte-coreano, de quem foram separados pela guerra.

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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