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Provável substituto de Gaston, Soutto comenta improvisação e crê em volta por cima do Náutico

Ricardo Fernandes/DP/D.A Press

Fillipe Soutto não esconde preferência em jogar no meio, mas encara bem as chances na lateral

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Fillipe Soutto chegou ao Náutico no início da temporada e já vivenciou de tudo um pouco. Já viu o time ser eliminado de duas competições e também acompanhou o bom começo na Série B. Já foi titular, esquecido na reserva e tem sido um dos preferidos de Dal Pozzo. Talvez por tantos altos e baixo ele sabe que o Náutico tem potencial para conquistar mais uma reviravolta na temporada. 

“Nós sabemos que no futebol tudo é possível. Cada jogo traz uma história diferente. Essa história só pode ser escrita pelos personagens. Conseguimos vencer dois grandes adversários (Santa Cruz e Paysandu), mas essa história já foi lida. Podemos fazer ela acontecer e podemos criar um grande feito para esse campeonato. Vamos mostrar que a briga será até o fim”, analisou o volante.

Na próxima partida, Fillipe não deve atuar no meio de campo. Pela quinta vez na temporada, Soutto atuará na lateral esquerda substituindo o suspenso Gaston. Ele prefere não confirmar a escalação, mas chegou a fazer uma análise sobre atuar de forma improvisada. “A escalação não foi confirmada, mas, caso se confirme, a improvisação no futebol depende de como o atleta encara o desafio. Vai depender também de como o Gilmar vai montar a equipe. Tanto o sistema defensivo como o ofensivo têm que se adaptar às novas peças. Os especialistas na posição agregam pela experiência, mas os que são improvisados têm que encurtar esse caminho da adaptação. O ideal é que jogue o atleta da posição. Mas por opção do treinador ou por necessidade, o jogador que entrar tem que dar o seu melhor”, comentou.

Fillipe já deixou claro que prefere atuar no meio de campo. Acredita que rende mais na sua posição de origem, mas reconheceu que é uma honra ter essa confiança do técnico. “Questão de preferência, a minha é jogar no meio. Mais uma vez se estou sendo improvisado é por dois motivos. Necessidade e confiança no meu trabalho. Tenho que provar em cada jogo e treino essa confiança. Se me encontro nessa situação, eu tenho que encarar bem esse desafio.”

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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