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32 km da malha viária de Alagoas apresenta conceito ‘ruim’, diz CNT

Relatório gerencial analisou 757 quilômetros de sete rodovias federais

 

Uma pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) de 2015 analisou 757 quilômetros de malha viária em Alagoas, constatando que 32 deles foram classificados como “ruim”. O relatório levou em conta o estudo de mais de 100 mil quilômetros em todo o país, através do apoio do Serviço Social do Transporte (SEST) e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (SENAT).

De acordo com o levantamento no estado, 58 quilômetros da malha receberam conceito ótimo, 538 quilômetros foram enquadrados no conceito bom, 129 regular e 32 ruim, totalizando 757 quilômetros avaliados por técnicos da CNT.

Quanto às rodovias, foram analisadas a BR-101, que recebeu conceito bom em 252 quilômetros de malha viária; BR-104, conceito bom em 110 quilômetros; BR-110, o mesmo conceito em 17 quilômetros; BR-316, o mesmo conceito em 240; BR-416, regular em 45 quilômetros; BR-423, conceito bom em 107 quilômetros e BR-424, ótimo em 35 quilômetros.

O estudo avaliou todos os tipos de rodovia (pista dupla com canteiro central, barreira central, faixa central e mão dupla), condição de superfície do pavimento (perfeito, desgastado, trinca em malha/remendos e afundamentos/ondulações/buracos), condição da faixa central (pintura da faixa visível, da faixa desgastada e da faixa inexistente), condição das faixas laterais (pintura das faixas visível, das faixas desgastadas e das faixas inexistente), placas de limite de velocidade (presente e ausente), placas de indicação (presente e ausente), visibilidade das placas (inexistência de mato cobrindo as placas, algum mato cobrindo as placas, mato cobrindo totalmente as placas e inexistência de placas) e legibilidade das placas (totalmente legíveis, desgastadas e totalmente ilegíveis).

O relatório ainda se deteve a analisar a infraestrutura de apoio nas rodovias federais que cortam Alagoas, como o quantitativo de borracharias, concessionárias, oficinas mecânicas, postos de combustíveis, restaurantes e lanchonetes existentes.

 

Por Jobison Barros

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