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Aeroporto do Rio recebe teste de fluxo de armas e munições para Jogos Olímpicos

A Secretaria Nacional de Aviação Civil realizou um simulado para testar o fluxo de armas e munições no Aeroporto Internacional do Rio/Galeão durante os Jogos Olímpicos Rio 2016. O teste verificou o atendimento a padrões definidos entre o governo federal, autoridades aeroportuárias e demais membros do Comitê Técnico de Operações Especiais (CTOE), órgão criado no âmbito da Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias (Conaero).

Grande parte das armas utilizadas em modalidades de tiro esportivo olímpico, como carabinas, pistolas e tiro ao prato, passará pelo Galeão. Elas serão usadas por cerca de 390 atletas olímpicos durante nove dias de competição e 150 atletas paralímpicos em sete dias de competição.

Além do fluxo de armas e munições nos aeroportos durante os Jogos Olímpicos, o Manual de Planejamento para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 definiu como fluxos especiais as chegadas e saídas de cavalos que participam de competições olímpicas e o fluxo de cães-guia, que devem ser embarcados gratuitamente ao lado do dono.

De acordo com a Secretaria de Aviação, está prevista a participação de 314 cavalos internacionais e mais 90 cavalos nacionais nos Jogos Olímpicos. Isso significa de 20 a 22 voos no aeroporto com transporte destes animais.

Segundo o coordenador do CTOE, Thiago Meirelles, o gerenciamento estratégico da infraestrutura aeroportuária impede imprevistos e atrasos que podem impactar a operação de rotina dos terminais, gerando efeitos como atrasos em cascata e obstrução de áreas importantes do aeroporto.

“Há um grande volume de passageiros, bagagens e cargas que precisa atender a critérios de tempo, espaço e etapas dentro do aeroporto. No caso do simulado de hoje, vamos colocar em prática um fluxo menos utilizado dentro dos terminais, mas não por isso menos relevante, que envolve equipamentos com exigência de tratamento, inspeções e verificações de alta segurança.”

Meirelles afirmou que o simulado realizado hoje é “importantíssimo” para o planejamento da Olimpíada, porque os agentes envolvidos podem testar os fluxos previstos anteriormente no manual. “Já existe um fluxo especial previsto para os aeroportos. O simulado é o momento para podermos testar o fluxo e tirarmos lições em relação ao teste, de modo que possamos eventualmente aprimorar para o período dos Jogos.

Da Agência Brasil
Edição: Armando Cardoso
17/11/2015

Fonte: Rede Notícia www.redenoticia.com.br

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