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Às vésperas de decisão contra o Grêmio, elenco do Sport se blinda das sondagens e foca no G4

Ricardo Fernandes/DP/DA Press

Marlone foi um dos mais assediados durante a semana; Inter e São Paulo teriam sondado o meia

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A semana dos bastidores do Sport foi movimentada. Em meio à preparação para o jogo decisivo contra o Grêmio, alguns dos destaques do Leão no Campeonato Brasileiro foram alvo de especulação por parte de grandes clubes do país. Marlone, André e Diego Souza foram os principais nomes de uma lista que ainda conta com Élber, Régis e Matheus Ferraz. Algo que, a princípio, poderia atrapalhar a semana de trabalhos do time. No entanto, o consenso entre técnico e jogadores é que a cabeça está 100% focada no adversário deste domingo, às 18h30 (de Recife), na Ilha do Retiro, em partida na qual a vitória é essencial para as pretensões de G4 do Rubro-Negro.

Procurado por Internacional e São Paulo, Marlone foi um dos primeiros a se posicionar sobre as propostas de fora. “Eu procuro sempre focar nas quatro linhas. Evito ficar perguntando ao empresário se tem sondagens, propostas, isso tira o foco. Hoje, abrindo meu coração para vocês, estou mais focado em ajudar o Sport a ir para o G4 do que proposta em sair ou ficar”, confessou.

Diego Souza engrossou o coro: “Além do contrato com o Sport, tenho contrato com o Metalist, então é um coisa que às vezes demora para ser resolvida. Se ficar pensando nisso, acaba ficando muito ansioso e não consegue tirar a cabeça. Mas por enquanto, estou tranquilo”, disse. “Espero terminar esses cinco jogos bem, podendo ajudar da melhor maneira possível, porque depois tem o mês de dezembro inteiro e tudo pode acontecer”, disse o atleta, que deve ser procurado pelo Leão para renovar o contrato, mas ainda é pretendido por Flamengo e Palmeiras.

Não é hora
Sempre que perguntado sobre o assédio aos atletas rubro-negros, o técnico Falcão é reservado. Minimiza as especulações e garante que isso é normal do futebol. Para ele, o foco segue total, com ou sem especulações. “Não acho que seja assunto pra agora. Sempre vai acontecer isso”, iniciou. “Não gosto de ficar falando, porque você começa a falar e isso tem um peso que não deveria ser dado. (Os jogadores) são profissionais, e sendo assim, têm que saber que o trabalho deles é hoje, e é fazer o máximo pelo clube. Por questão de respeito à instituição, ao torcedor e a ele próprio. E isso parece definitivo.”

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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