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Bella Schneider, a recifense do The Voice Brasil, já recebeu convite até da Austrália: "Está surgindo muita coisa"

Foto: Globo/Reprodução (Foto: Globo/Reprodução)
Foto: Globo/Reprodução

A vida pessoal e artística de Bella Schneider se divide entre Frankfurt e Recife. Filha de mãe brasileira e pai alemão, a recifense, de 22 anos, foi classificada na quarta temporada do The voice Brasil e integra o time de Claudia Leitte, a única dos quatro técnicos – Michel Teló, Lulu Santos e Carlinhos Brown – que virou a cadeira no programa. Aos 5, aprendeu a tocar piano.

Ela cantou a música One, da banda irlandesa U2, mas transita em repertório que vai além do pop rock internacional. Na Alemanha, integra a banda Hurricane Bar, que toca blues. Em um curso à distância, Bella estudou literatura mundial e pensa em cursar produção musical. A cantora tem mais facilidade para compor em inglês que em português. “Admiro para caramba quem consegue escrever em português. É uma língua difícil de não ficar piegas”, justificou. Em entrevista ao Viver, ela comenta a nova fase.

Como foi essa ideia de sair da Alemanha pra tentar uma vaga no reality show?
Sempre que posso, acompanho programas do gênero. Não tanto os daqui, porque estava viajando. Eu vim direto da Alemanha para aprticiapr do programa. Comecei a participar das etapas, mas tinha trabalhos lá. Não podia deixar para lá. Aí voltei e eles me chamaram.

Como é essa relação com o Brasil e a Alemanha?
Como meu pai é alemão, aproveitei para misturar as  culturas. Estudei aqui e lá. Nos últimos dois anos, venho fazendo mais coisa lá de música, mas já fiz muita coisa aqui. Tocava em casas noturnas e tenda eletrônica. Tive um projeto de música eletrônica. Fiz participação em eventos da Prefeitura do Recife.

Você faz parte de uma banda na Alemanha…
O grupo toca meio rock, meio blues. Eles são uma banda. Quando estou lá, me torno a vocalista. A gente mistura músicas autorais com cover. Na Alemanha, o pessoal é mais aberto para o autoral. Tem muita banda independente lá. Aqui é mais cover, principalmente no Recife. Eu normalmente faço os shows com covers e minhas músicas também. Tenho coisas gravadas de quando tinha 17 anos. Tive um projeto de eletrônica que fiz com Bruno V, que trabalha nos Estados Unidos.

Quais são os planos para depois do programa?
O programa surgiu para ajudar muito a minha carreira. Não teria como arcar sozinha. É uma vitrine enorme, já que é uma marca mundial. O alcance é internacional. Não tem nenhum álbum programado para depois do programa. Mas já estou organizando gravações de single e clipes, coisas menores. Está surgindo muita coisa por causa dessa aparição. A repercussão é até lá fora. Tem gente pedindo coisa na Austrália, recebi um convite para um festival para Alemanha para julho.

Acha que carreiras podem se consagrar com isso?
É uma oportunidade para dar uma grande alavancada. Quando tem essa ajuda, milhões de pessoas vão até você. Do alcance, você consegue manter o público interessado. Pode filtrar o público e fica quem está gostando. Rafael Furtado, por exemplo, não tinha a quantidade de seguidores nas redes sociais que têm hoje. Melhora a carreira, o lado profissional.

NÚMEROS
 
20 pontos
Audiência da estreia do The voice Brasil 4

5
Anos de carreira profissional

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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