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EUA: não há evidências ainda de um ato terrorista na queda do avião russo no Egito

Mulheres acendem velas em memória das vítimas do voo russo que caiu no Sinai egípcio
Foto: AFP Vasily Maximov
Mulheres acendem velas em memória das vítimas do voo russo que caiu no Sinai egípcio
Foto: AFP Vasily Maximov

O chefe da inteligência americana, James Clapter, afirmou nesta segunda-feira, em Washington, que não há por ora sinais de que houve um ato terrorista na queda do avião russo no Sinai egípcio no sábado.

Clapter, diretor da DNI, a inteligência nacional , afirmou, além disso, que é improvável que o grupo Estado Islâmico conte com os meios necessários para derrubar um avião comercial em pleno voo.

Ele, no entanto, destacou que não se pode ainda excluir completamente esta possibilidade.

A aeronave da companhia Metrojet, que pertence ao transportador Kogalymavia, caiu no Sinai egípcio nas primeiras horas de sábado, 23 minutos após sua decolagem do balneário de Sharm El-Sheikh.

A catástrofe aérea, a pior conhecida pela Rússia, fez 224 mortos (217 passageiros e sete tripulantes).

Segundo a Metrojet, o Airbus A321 que caiu estava “em excelente estado técnico” e apenas uma “ação externa” pode explicar o acidente. A empresa também excluiu um erro humano.

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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