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Grupo virtual denuncia novo arrastão no bairro do Recife Antigo

O internauta Mateus Seixas denunciou no grupo Direitos Urbanos, neste domingo (1), a interrupção de uma atividade cultural no bairro do Recife em virtude de um “arrastão”. Segundo ele, houve assaltos e tumultos na região nos armazéns do Porto do Recife onde funcionam bares e restaurantes. “Como é que num lugar com tanto fluxo de pessoas tem tão poucos policiais?”, indagou.

“A desculpa é sempre a câmera de segurança, mas a gente sabe que isso não resolve na hora do pânico, onde pessoas caíam e pisoteavam outras. Recife ainda não está pronta pra ser uma cidade turística, infelizmente”, denunciou. O fato teria acontecido na noite do domingo. Diversos usuários do grupo relataram que presenciaram ações violentas na região, principalmente assaltos.

Uma usuária, no entanto, relatou que estava na mesma apresentação, mas que não presenciou as cenas de violência compartilhadas no grupo. “Eu estava presente no Recife Antigo hoje (ontem), vi essa apresentação rolando mas não fiquei aí, fui pra um ensaio de Coco na Rua da Moeda, mas não presenciei em nenhum momento arrastão. Não sei se foi sorte minha, ou é exagero das pessoas sobre qualquer movimentação estranha intitular arrastão”. Procurada pelo Diario, a assessoria de imprensa da Polícia Militar de Pernambuco (PM-PE) negou desconhecer qualquer tipo de ocorrência no local.

Relatos de violência desde janeiro

Desde o começo deste ano que surgem relatos de violência e correria no Bairro do Recife Antigo nos finais de semana. Em janeiro deste ano, por exemplo, segundo relatos de pessoas que estiveram no bairro no final da tarde e à noite (inclusive pelas redes sociais), houve tumulto e boatos sobre arrastões. Muitas pessoas relataram que policiais teriam chegado numa viatura ao Marco Zero e atirado pelo menos quatro vezes para o alto, causando correria e medo entre os que estavam no local.

Os policiais teriam estacionado a viatura no meio da praça e saído do carro em direção a parte de trás dos armazéns, mas não ficou claro o que teria motivado a ação. Outras pessoas usaram a página do Direitos Urbanos no Facebook e também fizeram postagem no Instagram para relatar o mesmo fato. A polícia, também, negou que teria realizado a ação.

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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