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Manual de segurança do ISIS recomenda serviço da Apple para membros não serem detectados

Da Redação do site Tudocelular.com.br

De acordo com um relatório da Wired, um manual foi descoberto por pesquisadores pela academia militar de West Point em fóruns on-line, usados pelos partidários do ISIS, com uma série de maneiras que os membros da rede terrorista poderiam evitar serem detectados. O manual parece ter sido inteiramente copiado do trabalho feito por um grupo de segurança do Kuwait para aconselhar os jornalistas e ativistas que trabalham na faixa de Gaza.

Os conselhos do manual de OPSEC (da sigla Operations Security) reproduzem em grande parte o conselho geral dado para quem quer evitar ser hackeado, seja por agências governamentais, malware, hackers, ladrões de identidade ou mesmo redes de publicidade que buscam criar o perfil de seus usuários.

Em grande parte, o manual faz o mesmo conselho dado em um guia de autoria da Electronic Frontier Foundation contra o uso de alguns dos mais utilizados provedores americanos de VPNs, ferramentas de bate-papo criptografado e outros serviços, particularmente o Instagram porque seu dono — Facebook — tem um histórico negativo sobre privacidade.

Da mesma forma o guia desaconselha o uso do WhatsApp, também do Facebook, que tem sido apontado por funcionários do governo como um dos serviços utilizados pelo ISIS para evitar a vigilância. Apesar do uso de criptografia pelo app, a Wired observou que uma firma de segurança alemã anteriormente relatou problemas com a forma como ela é implementada.

Os serviços desaconselhados são o BlackBerry Messenger; Messenger e WhatsApp do Facebook; Chat e Hangouts da Google; Skype da Microsoft; Secret; SnapChat e Yahoo Messenger. iMessage da Apple e FaceTime são “a melhor das opções de mercado de massa”.

Embora os serviços da Apple sejam os mais recomendados, não há muita evidencia de que os membros do ISIS sigam à risca o conselho porque o grupo opera em regiões onde iPhones tem pouca penetração. Ainda que a Apple seja recomendada por grupos terroristas por oferecer maior proteção de dados nas comunicações, a companhia continua firme em afirmar que o terrorismo não é uma justificativa para abrir criptografia ou fornecer dados de usuários para o governo.

Fonte: Tudocelular.com.br
Notícia originalmente postada pelo site Tudo Celular.

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