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Mega Filmes HD: casal responsável pelo site pirata passará mais tempo na prisão

Da Redação do site Tudocelular.com.br

Pirataria é um tema polêmico e que voltou a causar rebuliço na grande rede, principalmente entre os brasileiros, devido à queda de um dos redutos preferidos daqueles que apreciam consumir filmes e seriados sem pagar por um serviço de streaming, canal de TV ou sessão de cinema. E a situação dos criadores do Mega Filmes HD, presos há uma semana, não deve ser facilitada pela liberdade provisória.

Como a maioria tem acompanhado, o casal responsável pelo site Mega Filmes HD foi preso em uma operação da Polícia Federal no combate à pirataria, além do encerramento do serviço que rendia até R$ 70 mil por mês em acessos a propagandas, já que o site recebia até 60 milhões de visualizações diariamente. Pois bem, depois duas tentativas frustradas de soltura por parte do advogado do casal, o delegado do caso, Valdemar Latance Neto, da Polícia Federal (PF) em Sorocaba (SP), teve atendida a sua solicitação para que os detidos permaneçam encarcerados por pelo menos mais cinco dias.

A justificativa para manter Marcos Magno Cardoso e Thalita Cardoso presos é que eles poderiam atrapalhar as investigações. Mas o advogado Thiago Bellucci já relatou ao G1 que levará o pedido de soltura de seus clientes ao Superior Tribunal de Justiça [STJ], além de explicar que “a revogação pedia a anulação da prisão temporária, enquanto o habeas corpus prova que a prisão temporária é irregular, já que os crimes de violação de direitos autorais e associação criminosa não são passíveis de prisão temporária, assim como homicídio ou sequestro, por exemplo”.

O próprio Marcos Cardoso teria se justificado junto a justiça afirmando que morou durante nove anos no Japão realizando o mesmo “trabalho” e que ao trazer o serviço para o Brasil não sabia que era algo tão grave.

Sobre o Mega Filmes HD, as investigações revelaram que o site oferecia um acervo com aproximadamente 150 mil filmes, documentários, séries de TV e shows, que em muitos casos eram publicados antes mesmo de estrearem oficialmente. Todo o sucesso alcançado levou um grupo de seguidores a abrir abaixo assinados pedindo a soltura do casal e também tivemos aproveitadores, com o lançamento de uma segunda versão do serviço, sob suspeita de fraude.

Fonte: Tudocelular.com.br
Notícia originalmente postada pelo site Tudo Celular.

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