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Novo estatuto do Náutico é aprovado em assembleia geral e já passa a vigorar

Ricardo Fernandes/DP/D.A Press

A aprovação do novo estatuto veio após muito debate e retirada de pontos polêmicos

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Após ter sido rejeitado por uma diferença de 25 votos na última assembleia geral de sócios, do dia 28 de outubro, o novo projeto do estatuto do Náutico foi aprovado nesta quarta-feira por 169 votos. Outros 58 associados votaram contra. Com isso, a nova lei do clube já passa a vigorar de forma imediata. A exceção das regras para as eleições do clube, marcada para o dia 13 de dezembro, que ainda seguirão a legislação antiga, já que as chapas foram inscritas com base naquela norma.

A aprovação veio após muito debate e retirada de pontos polêmicos. Entre eles a o fim do direito a voto aos sócios torcedores e o “filtro” do conselho deliberativo com relação a inscrições de chapas para a eleição do executivo. No entanto, uma mudança aprovada foi a da proporcionalidade para a eleição dos conselheiros, que seguirá o percentual de votos obtidos por cada grupo que concorrer à eleição. No entanto, essa alteração só será válida para o pleito de 2017.

“Existiam muitas pessoas dizendo que não seria preciso aprovar o estatuto para que o clube aderisse ao Profut. Isso era uma temeridade. O clube pode não ser inserido no Profut por outros motivos, mas não por conta do estatuto, que agora atende ao código civil. O novo estatuto nos dá a segurança da adesão. Além disso, ele dará o norte ao próximo presidente eleito e todos os direitos adquiridos pelos sócios foram mantidos”, explicou Túlio Ponzi, um dos membros da comissão que formatou a nova lei.

A aprovação também foi comemorada pelos dois candidatos à presidência executiva do Náutico. “Aprovação foi uma prova de maturidade da instituição como um todo. Houve entendimento da maioria da necessidade de ter um estatuto devidamente atualizado e de acordo com o código civil”, destacou Marcos Freitas, do grupo “Náutico para Todos”. “Foi válido essa aprovação porque o antigo estatuto do Náutico era de 2001, enquanto o código civil é de 2002. Por isso, o estatuto não estava regularizado. Essa aprovação foi algo essencial”, destacou o candidato Edno Melo, do “Vermelho de Luta”.

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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