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Os 'melhores fones do mundo' custam a bagatela de R$ 213 mil

A Sennheiser, conhecida pelos seus produtos de áudio, colocou todo seu peso e dinheiro com a única intenção de criar os melhores headphones já produzidos. Com isso, a empresa criou o novo Orpheus, uma atualização do clássico HE90, lançado pela empresa em 1991, considerados os melhores fones que o dinheiro podia comprar.

Na ocasião, o HE90 custava a bagatela de US$ 16 mil e teve apenas 300 unidades produzidas. Graças ao valor de colecionador e à qualidade, ele não sofreu desvalorização. Pelo contrário: a raridade fez com que ele se tornasse praticamente um investimento, que possibilitou um valor de revenda até o triplo do preço original.

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Chegamos então a 2015, quase 25 anos depois. O novo Orpheus foi desenvolvido por mais de uma década. Sim, mais de 10 anos para produzir os fones, que usam o que há de máximo em componentes, totalizando um custo singelo de 50 mil euros, pouco mais de R$ 200 mil.

Os aparelhos foram produzidos à mão na Alemanha, utilizando eletrodos de cerâmica vaporizados com ouro, diafragmas vaporizados com platina e mármore Carrara para abrigar o amplificador. São mais de 6 mil componentes envolvidos na produção do Orpheus.

Estes metais preciosos não servem apenas de enfeite. A Sennheiser explica que eles permitem uma melhor condutividade, o que faz com que, no fim das contas, o som seja melhor.

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Um detalhe que diferencia os fones da concorrência é a amplificação digital, que acontece diretamente nos headphones, reduzindo a interferência que o cabo pode causar. Ele até mesmo conta com oito conversores de digital para analógico, que permite extrair o máximo das músicas de baixa qualidade que você encontra na internet, como em serviços de streaming online.

No entanto, apesar de fazer a melhor limonada possível com os limões de Spotify, Apple Music, Deezer, Rdio, etc., o novo Orpheus não foi feito para isso. Equipamento de áudio de alta qualidade foram feitos para áudio de alta qualidade que os smartphones em geral não são capazes de reproduzir.

Ao contrário do clássico HE90, a Sennheiser diz que não vai limitar a produção do Sennheiser, mas diz que não serão feitos mais do que 250 unidades por ano. A empresa projeta o início das vendas deste aparelho para a metade de 2016.
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Via Gizmodo e The Verge
 

Fonte: Olhar Digital
Matéria originalmente postada no site olhardigital.uol.com.br

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