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Paolla Oliveira revela o desejo de ser mãe

Quem vê Paolla Oliveira, linda e elegante sempre, não imagina que ela seja uma mulher assumidamente estabanada, com marcas roxas (e inexplicáveis) espalhadas pela pele, apesar de não saber bem o porquê. 

 

“Não sou alta nem muito larga… Deve ser muita energia que escapole de mim. Sou muito ativa. Os pequenos desastres vêm disso. Tenho vontade de falar mais do que falo, fazer mais do que faço. Quando era adolescente, dizia: ‘Quero viver mais!’. Sabe quando você não cabe em si?” dispara ela em entrevista ao jornal Extra.

 

Artista conhecida em todo país, a beldade de madeixas fartas jamais se imaginou no posto que ocupa.

 

“Devo ter feito coisas muito boas na outra encarnação! Ou então sofri, e tenho algo bom para resgatar… Sei lá! Ou então fui boa mesmo, porque estou colhendo ótimos frutos. Tenho uma vida feliz em todos os sentidos, de todos os lados, familiar e profissionalmente”, comemora.

 

No ar como a antagonista Melissa de Além do Tempo, a atriz completa, neste ano, uma década na Globo. A estreia aconteceu em “Belíssima” (2005), no papel da ambiciosa modelo Giovana. 


“A minha maior terapia é a possibilidade de desprender a minha inquietude criando pessoas e contando histórias que não são minhas. É claro que, depois de um tempinho, precisei fazer terapia de verdade! Faz parte do processo evolutivo se conhecer melhor… Por mim, não paro! Sempre tenho coisas para entender, dar tempo ou ceder espaço sem desesperar. O que chega para mim sem aviso, o que as pessoas pensam ou o que é publicado sobre mim… Eu não tenho como controlar isso. Uma boa terapia tem que dar um jeito”.

 

Criada na Penha, em São Paulo, Paolla não tinha ambição pela fama. Em casa, o pai e a mãe se alternavam em dois empregos para criar as três crianças. Ele era policial; ela, enfermeira. Na rotina corrida, não havia tempo para cinema, peças de teatro ou shows.

 

“Brincava na rua, jogava bola, andava de carrinho de rolimã… Era tudo muito bom. A farra ia até o pai gritar: ‘Todo mundo pra dentro!’. Hoje, eu posso tudo! E meus pais também adoram tudo… O que mais ouço é: ‘Ai, minha filha, estou com saudade. Quando você vem nos visitar?’z É engraçado, porque conquistei uma coisa, e tive que abrir mão de outra. Uma escolha significa sempre perder algo”.

 

Fisioterapeuta formada, Paolla embarcou no mundo de poses e flashes para ajudar a pagar a própria faculdade. Depois de fazer testes em agências de publicidade, foi chamada para protagonizar inserções comerciais na TV. Com os meses e os novos trabalhos, a quantidade de solicitações aumentou significativamente. 

 

Com o crescimento da fama, os boatos aumentaram na mesma proporção que o assédio. Rumores sobre os bastidores da separação com o ator Joaquim Lopes, em fevereiro, após 5 anos de união, ainda existem e desde  então, a vida amorosa da atriz é um manancial de especulações. 

 

“Quem sabe de mim sou eu e as pessoas que estão à minha volta. Para o resto, quando achar necessário e preciso, e tiver uma brecha para falar, eu falo. Quando não, infelizmente tenho que relevar esse emaranhado que compõe uma indústria do que chamam de notícia. Tem coisas que são verdades, mas estão distorcidas. Eu vou levando. Em alguns momentos, é um ônus”.


Ainda sobre sua vida pessoal, ela não nega o desejo de ser mãe.

 

“O desejo existe. Só não há datas! Não me pressiono. Com tantas revoluções médicas, ganhamos liberdade para ser mais donas do tempo. Mas levo jeito para a coisa. Tenho três afilhados!”.

 

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Fonte: OFuxico.com.br
Matéria Originalmente postada pelo site O Fuxico

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