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Um terço da população da Região Metropolitana se desloca a pé, mas calçadas ainda são problema

Condições inadequadas das calçadas são obstáculos para locomoção dos pedestres. Foto: Ricardo Fernandes/DP/D.A Press
Condições inadequadas das calçadas são obstáculos para locomoção dos pedestres. Foto: Ricardo Fernandes/DP/D.A Press

Certa vez ouvi do engenheiro e doutor em mobilidade urbana, Oswaldo Lima Neto, a seguinte frase: “O gestor que resolver o problema das calçadas, jamais será esquecido”. A frase não é exagero. Apostar na caminhada, nas condições ideais para o pedestre é a maneira mais democrática de melhorar a mobilidade, completou outro estudioso no assunto, Francisco Cunha, autor do livro “Calçada, o primeiro degrau da cidadania”.

Mesmo que os números “não atualizados” do Plano Diretor de Transporte Urbano (PDTU) indiquem que um terço da população da Regiáo Metropolitana do Recife (RMR) se desloque a pé, poucos são os esforços para melhorar as condições de deslocamento desse universo de pessoas. E outras mais podem ser atraídas para andar a pé, quando as calçadas forem mais convidativas.

Depois de criar uma associação de pedestres, São Paulo inova mais uma vez com a realização de um seminário para discutir o tema. A proposta bem que poderia servir de inspiração para as capitais brasileiras. O assunto é muito bem-vindo e, todos nós, pedestres, agradecemos.

Confira a reportagem completa no blog Mobilidade Urbana

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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