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Correção: Eduardo da Fonte (PP-PE) não é alvo da operação Catilinárias

A matéria publicada anteriormente continha uma incorreção no primeiro parágrafo. Ao contrário do que foi informado, o deputado Eduardo da Fonte (PP-PE) não é alvo da operação Catilinárias, deflagrada nesta terça-feira pela Polícia Federal.

O deputado é um dos investigados na Operação Politéia, que foi deflagrada em julho a partir de novas provas da Operação Lava-Jato, com cumprimento de 53 mandatos de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em seis estados e no Distrito Federal.

As buscas aconteceram apenas no Recife, onde o deputado tem, além de seu escritório, uma residência. Em depoimento, doleiro Alberto Youssef disse que o deputado federal pernabucano Eduardo da Fonte (PP) e o senador Ciro Nogueira (PP-PI) receberam entre 2010 e 2011 propinas.

Os valores, ainda não determinados, teriam sido pagos pela construtora Queiroz Galvão em contrato para implantação de tubovias em Abreu e Lima, em Ipojuca, no Litoral Sul de Pernambuco. O contrato referente a este serviço é da ordem de R$ 2,7 bilhões. Eduardo da Fonte, ainda segundo o delator, é acusado de intermediar a aproximação do esquema com o então senador Sérgio Guerra (PSDB), morto em março de 2014. As propinas seriam para evitar a instalação de uma CPI no Congresso. O tucano recebeu, de acordo com Youssef, parte dos R$ 10 milhões destinados para impedir a realização da CPI da Petrobras.

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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