IGP-M de dezembro sobe 0,49%, ante 1,52% em novembro, afirma FGV

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) avançou 0,49% em dezembro, após subir 1,52% em novembro, divulgou na manhã desta terça-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado do indicador ficou dentro do intervalo das estimativas do mercado financeiro, segundo levantamento AE Projeções, que ia desde um avanço de 0,44% a uma alta de 0,65%, e abaixo da mediana de 0 54%.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem o IGP-M. O IPA-M, que representa o atacado, subiu 0,39% neste mês, após avançar 1,93% em novembro. O IPC-M, que apura a evolução de preços no varejo, cresceu 0,92% em dezembro, em comparação com alta de 0,90% no mês anterior. Já o INCC-M, que mensura o impacto de preços na construção, apresentou alta de 0 12%, contra avanço de 0,40% na mesma base de comparação.

Com o resultado anunciado, o IGP-M, índice de inflação muito empregado em reajustes de aluguéis, acumulou alta de 10 54% no ano de 2015. O resultado ficou dentro do intervalo das estimativas do mercado financeiro, segundo levantamento AE Projeções, que ia desde um avanço de 10,49% a uma alta de 11,00% com mediana de 10,60%. O período de coleta de preços para o IGP-M de dezembro foi do dia 21 de novembro ao dia 20 deste mês.

IPAs

Os preços dos produtos agropecuários atacadistas, medidos pelo IPA agropecuário, subiram 1,49% em dezembro, após alta de 2,60% em novembro, segundo a FGV. A instituição informou ainda que os preços dos produtos industriais no atacado (IPA industrial) registraram leve queda de 0,04%, ante avanço de 1,68% observado no mês passado. Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais tiveram alta de 1,39% em dezembro, após aumento de 2,96% no mês anterior. Os preços dos bens intermediários, por sua vez, caíram 0,02% neste mês, em comparação com a alta de 1,74% em novembro. Já os preços das matérias-primas brutas registraram redução de 0,31%, ante avanço de 0,96% na mesma base de comparação.

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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