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Policiais são presos administrativamente por aceitar propina

Dois policiais militares do Rio foram presos administrativamente e responderão a inquérito na Corregedoria após serem flagrados, em vídeo, aceitando propina de R$ 50, para liberar um motociclista. Os policiais são do 41º Batalhão, em Irajá, na zona norte do Rio, o mesmo dos policiais que foram presos em flagrante, no domingo passado, acusados de matar cinco jovens após fuzilarem o carro deles, na noite de sábado.

O vídeo ganhou as redes sociais e foi ao ar no RJTV, da TV Globo. No vídeo, um dos PMs que parou o motociclista chega a argumentar que R$ 50 é pouco. “Vou quebrar seu galho, mas isso aí é muito pouco”, disse o policial.

A assessoria de imprensa da PM não revelou os nomes dos policiais, mas informou que os dois são sargentos, foram identificados e estão presos administrativamente.

“A Corregedoria Interna está apurando de forma rigorosa o caso e instaurou um Inquérito Policial Militar (IPM). Os policiais serão submetidos também a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) que julgará a exclusão deles da corporação”, disse a PM, em nota.

Dois policiais militares do Rio foram presos administrativamente e responderão a inquérito na Corregedoria após serem flagrados, em vídeo, aceitando propina de R$ 50, para liberar um motociclista. Os policiais são do 41º Batalhão, em Irajá, na zona norte do Rio, o mesmo dos policiais que foram presos em flagrante, no domingo passado, acusados de matar cinco jovens após fuzilarem o carro deles, na noite de sábado.

O vídeo ganhou as redes sociais e foi ao ar no RJTV, da TV Globo. No vídeo, um dos PMs que parou o motociclista chega a argumentar que R$ 50 é pouco. “Vou quebrar seu galho, mas isso aí é muito pouco”, disse o policial.

A assessoria de imprensa da PM não revelou os nomes dos policiais, mas informou que os dois são sargentos, foram identificados e estão presos administrativamente.

“A Corregedoria Interna está apurando de forma rigorosa o caso e instaurou um Inquérito Policial Militar (IPM). Os policiais serão submetidos também a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) que julgará a exclusão deles da corporação”, disse a PM, em nota.

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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