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Preparador vocal analisa finalistas do The Voice. Veja!

Mesmo sendo Natal, a noite desta sexta-feira (25) promete reunir vários telespectadores da Rede Globo. Tudo porque a data foi escolhida para a realização da grande final da atual temporada do The Voice Brasil, que está sendo disputada pelos jovens Ayrton Montarroyos, Junior Lord, Nikki e Renato Vianna. 

Já pensando em quem deve levar o grande prêmio, a reportagem de O Fuxico decidiu saber a opinião, sobre o assunto, de ninguém menos que Wilson Gava. Bem conhecido por seus trabalhos como diretor, preparador artístico e vocal, ele já trabalhou com vários nomes famosos, como Claudia Leitte, Sandy, Júnior Lima, Luiza Possi, Paula Lima e Agnaldo Rayol (estes dois últimos, aliás, continuam seu trabalho com o profissional). 

Além disso, Wilson também ficou responsável pela parte de preparação artística do quadro Iluminados, exibido pelo Domingão do Faustão, programa, inclusive, em que continua trabalhando atualmente. 

O que me atrai no The Voice Brasil é o nível técnico e a qualidade dos candidatos, todos que se apresentaram desde a primeira fase tinham grande potencial e conhecimento musical e chances de chegarem a final do programa. Nesta edição passaram grandes talentos que sinceramente lamento por eles não estarem também nesta final, mas os que ficaram são talentosíssimos e merecedores de estarem disputando a final do The Voice 2015″, afirmou Gava sobre a atração global.

Depois de rasgar elogios para a versão brasileira do The Voice, o profissional analisou, técnica e artisticamente, cada candidato que está disputando a grande final, com o auxílio, durante toda a atração, de seus respectivos técnicos, Lulu Santos, Carlinhos Brown, Claudia Leitte e Michel Teló. Confira abaixo as opiniões de Wilson Gava!

Ayrton Montarroyos

Timbre suave e delicado. Ótimo repertório no concurso, que valorizou as características vocais e estilo performático do cantor. Em termos musicais, é seguro. Sem grandes ousadias, realiza desenhos melódicos interessantes. Em termos rítmicos, é sempre conservador, mas poderia ousar mais. Artisticamente é coerente. Imagem limpa, “timbre sincero”, canta com conexão ao texto, o que é grande virtude. Essa coerência o levou até a final. Bom início para uma carreira que promete. Porém, creio que, na final, seria interessante ele ousar mais, pois apresentações mais impactantes levam vantagem.

 Junior Lord

Em termos de voz, possui um timbre agudo e muita leveza na forma de cantar. Chega a notas típicas das vozes femininas, de modo belo e natural. Em termos musicais, possui bom suingue e uma musicalidade tipicamente brasileira. A afinação ainda precisa de refinamentos – para ouvidos mais exigentes, mas atende à demanda para o gosto popular. Artisticamente, está bem encaminhado. O repertório foi bem escolhido. Acredito que a ampliação da densidade interpretativa em alguns momentos marcaria mais a sua personalidade, e seria bom contraponto para a leveza do conjunto da performance.

Nikki

Conhece muito bem a própria voz. Timbre encorpado. Possui tessitura ampla. Vai dos graves aos agudos com segurança. Sustenta muito bem as notas. Em termos musicais, é bem competente. Afinada, excelente ritmo. Evidente presença de suas influências internacionais em tudo o que apresentou. Muitas vezes reconhecemos em seu modo melódico às marcas de grandes divas, como Christina Aguilera e Mariah Carey. Possui identidade vocal, mas ampliar marcas de brasilidade pode ser bom caminho para dar o toque especial. Sua presença é marcante, a voz impressiona, mas a artista ainda não está tão acessível. Há certo escudo que ainda precisa ser transposto. O grande público percebe isso.  Mesmos assim, é forte candidata a levar o prêmio na grande final, principalmente por conta de sua grande voz, associada a excelente presença de palco.

 

 Renato Vianna

Voz madura. Sustentação, potência e certa marca dramática no timbre são as maiores qualidades em termos vocais. Usa bem as técnicas de rouquidão (drives). Respira certo. Invade a audiência com seus agudos colocados no momento certo. Musicalmente, é experiente. A afinação é boa. Às vezes, um pouco instável na emissão desses roucos, mas nada que comprometa. Ainda mais considerando o controle emocional versus a importância do concurso na vida de cada um. Transita por mudanças nas melodias, que não comprometem a composição. Cria saídas interessantes para as limitações impostas pelas diferentes tonalidades. Artisticamente, é bem completo. Excelente presença de palco e o principal: sabe como transferir a emoção. Valoriza as pausas de modo dramático e o público vai ao delírio. Se conhece bem e conhece bem o que canta. Em minha opinião, um dos mais fortes para levar o The Voice Brasil 2015.

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Fonte: OFuxico.com.br
Matéria Originalmente postada pelo site O Fuxico

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