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Reality shows abordam desde nudismo a questões paranormais

Apesar de trazer uma programação diversificada no segmento dos reality shows, com programas de carros, fantasmas e outras bizarrices, a tevê fechada apostou, este ano, principalmente nos peladões – foi um festival de “nudes” que levantou a audiência. O grande destaque nessa área ficou para o Largados e pelados, exibido pelo Discovery, que chegou à segunda temporada.

Para quem nunca viu, o esquema desse reality é simples e lembra um pouco o antigo No limite, exibido no começo dos anos 2000 na Globo. Aqui, um homem e uma mulher que não se conhecem são desafiados a sobreviver por 21 dias em uma região deserta, geralmente uma selva. Eles não têm água, comida e, claro, roupas. O desafio é vencer os limites do corpo e a força da natureza.

O reality faz tanto sucesso que, em novembro, o canal estreou uma nova versão. Em Largados e pelados — A tribo, a atração reuniu os vencedores de edições anteriores para um desafio maior. Os 12 participantes são abandonados em matas da Colômbia, mas, dessa vez, eles estarão divididos em quatro trios e deverão resistir por 40 dias.

Mas nem só de selva e desafios viveram os pelados neste ano. Em Vizinhos e pelados, o que eles queriam era o conforto de uma casa. A atração acompanhou as pessoas que querem comprar um imóvel em um condomínio de nudistas na Flórida. No programa, a corretora Jackie Youngblood segue com os interessados até o local, onde estão todos livres, leves e soltos, para ajudar a realizar esse sonho.

E se tem pelados, tem que ter amor. Em Apaixonados e pelados, homens e mulheres se encontravam em uma ilha para se conhecer e melhor. Um dos episódios memoráveis foi o que mostrou uma das participantes batendo o rosto em um tronco após brincar de tirolesa. Ela teve que ser encaminhada para um hospital.

Diferentes
A televisão também deu espaço no segmento de realities para casos diferentes e, até mesmo, assustadores. Quem não se lembra da segunda temporada de As filhas do bom pastor? O programa que acompanha a vida de filhas de pastores dos Estados Unidos mostrou que as garotas têm que tomar decisões difíceis durante a juventude para seguir os preceitos da religião — em uma eterna dualidade entre a fé e a farra.

E por falar em dualidade, o drama dos grandões de Minha vida de gigante e a rotina da família Johnstone, de Os pequenos Johnstones, mostrou a difícil realidade de quem é alto demais ou de quem é muito baixo. Mesmo sendo exibido em programas separados, é possível fazer uma analogia e comparar a vida desses extremos.

E sobrou espaço também para os fantasmas. Episódios bizarros com espíritos que dizem viver em torno de nós ganharam protagonismo em, pelo menos, quatro reality shows. De Ghost hunter, que conta o dia a dia de uma empresa caça-fantasmas, até o Minha história de fantasma, que narra casos sobrenaturais. Se 2015 foi tão diversificado assim, que venha 2016 com mais histórias da vida real.

Fonte: Diário de Pernambuco
Matéria originalmente publicada pelo site Diário de Pernambuco

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