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Transações com cartões em 2015 devem superar em 8,8% as do ano anterior

As transações com cartões de crédito e débito devem chegar a R$ 1,08 trilhão este ano, de acordo com projeção da Associação das Empresas de Cartões (Abecs), o que representa crescimento de 8,8% em relação ao valor das transações de 2014. Para o próximo ano, a associação espera crescimento de 6,5%, o que totalizaria R$ 1,15 trilhão em compras.

Pelo levantamento da Abecs, os brasileiros movimentaram R$ 267,8 bilhões em compras com cartões de crédito e débito apenas no terceiro trimestre deste ano, o que representou aumento de 8,1% em relação ao mesmo período do ano passado. As compras com cartão de crédito feitas nesse período somaram R$ 168,5 bilhões (alta de 5,6%). O total de compras com cartão de débito foi R$ 99,3 bilhões (alta de 12,6%).

A Região Centro-Oeste registrou a alta mais significativa do valor transacionado com os cartões no terceiro trimestre, com 12,5% de crescimento. Em seguida, vieram as regiões Sul (10,8%), Norte (10,7%), Nordeste (7,9%) e Sudeste (7,6%). Apesar de menor crescimento, a Região Sudeste responde por 60% de todo o valor financeiro movimentado pelas compras com cartões no país.

Segundo a Associação das Empresas de Cartões, o parcelamento sem juros do cartão de crédito foi responsável por 50,8% do volume de crédito concedido (recursos livres) para financiar o consumo de produtos e serviços no Brasil de agosto a outubro deste ano. No acumulado de janeiro a setembro, compras parceladas sem juros movimentaram R$ 253,5 bilhões. “Isso significa que, além de ser um meio de pagamento seguro e eficiente, o cartão de crédito possibilita maior inclusão financeira e garante o financiamento do comércio brasileiro com o parcelamento sem juros”, diz a associação.

De acordo com o levantamento mensal da Abecs, em média, 67% dos portadores de cartão usam o parcelamento sem juros pelo menos uma vez no mês. Se não houvesse essa modalidade, 74% fariam menos compras, revela a pesquisa. Para Associação das Empresas de Cartões, sem essa modalidade de pagamento, haveria redução do desempenho do varejo.

Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil
Edição: Nádia Franco
17/12/2015

Fonte: Rede Notícia www.redenoticia.com.br

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