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Acusado na morte de servidor na Vila Emater é morto dois dias após crime

Delegados investigam se homicídios têm ligação e se ordem partiu do presídio

 

O coordenador da Delegacia de Homicídios, delegado José Carlos, afirmou nesta segunda-feira (11) que um dos envolvidos na morte do servidor público Severino Eugênio da Silva, na semana passada na Vila Emater, foi morto no sábado (09) – dois dias após o cometer o crime – e que investiga se a ordem para o homicídio também partiu do presídio. A morte seria “queima de arquivo” com o objetivo de que a vítima não repassasse informações sobre os crimes.

O acusado identificado apenas como “Jaminho” teria sido reconhecido por testemunhas como um dos executores do servidor público na última quinta-feira (07) e que teria cometido o crime acompanhado de outras duas pessoas. O Wedson da Silva Basílio, de 22 anos, preso na sexta-feira (9) após investigação da Polícia Civil, já o terceiro suspeito continua foragido.

O delegado afirmou que mantém as buscas ao terceiro acusado, como também investiga se a morte de “Jaminho” foi uma “queima de arquivo” e se a ordem teria partido do presidiário David da Silva, que já foi identificado como autor intelectual da morte do servidor público.

“Como Jaminho foi reconhecido por testemunhas e o Wedson confirma a participação dele no crime, vamos investigar se houve ‘queima de arquivo’ e se a ordem teria partido de David, que está detido no Sistema Prisional”, explicou.

Relembre

Na sexta-feira após efetuar a prisão de Wedson, o delegado Antônio Henrique, informou que a ordem para a morte do servidor público Severino Eugênio da Silva teria sido encomendada por um presidiário ao tomar conhecimento de que Severino agrediu a sua esposa.

David da Silva, que responde por tráfico de drogas, ordenou que Wedson, conhecido como ?Gata Maga?, executasse o servidor. Para realizar o crime, ele chamou outros dois comparsas: “Jaminho” e uma terceira pessoa, cujo a identidade foi preservada pela polícia para não atrapalhar as investigações.

“Gata Maga” e “Jaminho” foram reconhecidos por testemunhas e que confirmaram que David foi o autor intelectual.

O servidor foi morto por diversos disparos de arma de fogo na noite de quinta-feira na Vila Emater.

 

Por Rafael Maynart

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