Últimas

Família de paciente de AL que faz tratamento em SP denuncia abandono

Mãe diz que estado não enviou passagens para retorno da família à Maceió. Sesau diz que problema está sendo resolvido e que família terá assistência.

 

Em Ribeirão Preto (SP) desde o início da semana com o filho de 8 anos que passa por procedimentos médicos para investigar uma doença rara, a alagoana Elaine Abreu e a família, que viajaram através do programa Tratamento Fora de Domicílio (TFD), da Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau), estão com dificuldades de voltar para casa porque ainda não recebeu as passagens aéreas.

A criança recebeu alta na última quarta-feira (13), mas não tem ideia de quando volta para Maceió porque a Sesau não disponibilizou as passagens.

“Quando entrei em contato com o pessoal do TFD eles disseram que não tem como emitir as passagens porque estão com problema no contrato com os fornecedores. E nós não temos condições financeiras de se manter aqui em Ribeirão Preto porque meus filhos tomam uma fórmula especial que custa quase R$ 200, o hotel que estamos é uma cortesia de uma ONG que não tem como manter por mais tempo”, conta Elaine.

Por telefone a diretoria do programa Tratamento Fora de Domicílio explicou que o contrato com a empresa responsável pela compra das passagens venceu no mês passado e que, até assinar um novo contrato com outra empresa, não teria como comprar as passagens. Porém, a situação já foi providenciada e o voo da família para Maceió já estaria marcado para noite desta sexta-feira (15).

Já a assessoria de comunicação da Secretaria de Saúde disse que o problema está quase resolvido porque o novo contrato foi assinado hoje.

O defensor público Fabrício Souto disse que é dever do estado custear o serviço completo e vai tomar providências legais e administrativas.

“O programa do TDF tem que cumprir três objetivos: fornecer a ida da pessoa até o local de tratamento, a sua manutenção com o acompanhante e o retorno. Portanto, essa situação é inaceitável. Assim, vamos buscar providências de natureza admistrativas e jurídicas”, relata.

 

G1

Deixe seu comentário

Comentários via Facebook

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *